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Vovo do Reggae Reggae de Canoa Divulgacao

Apresentando fazedores de cultura do Ceará, Hub Cultural Porto Dragão lança 7ª temporada da série documental Nós no Batente 

Com oito episódios gravados em seis municípios, nova temporada percorre o Ceará de leste a oeste e reforça interiorização da política pública cultural feita pela Secult Ceará O Hub Cultural Porto Dragão, espaço da Rede Pública de Equipamentos Culturais da Secretaria da Cultura do Ceará, gerido em parceria com o Instituto Dragão do Mar, lança, a partir de 13 de janeiro (terça-feira), a sétima temporada do Nós no Batente, série documental que apresenta artistas, agentes culturais e coletivos do Ceará que representam a potencialidade do viver da arte. Gravada em Uruoca, Jijoca de Jericoacoara, Acaraú, Beberibe, Aracati e Icapuí, a nova temporada viaja de leste a oeste no estado, entre as tradições de territórios, a cultura popular, o artesanato, a música, a moda, a pesca artesanal e outras expressões que impactam toda uma região. Acessíveis em Libras e com audiodescrição, os episódios são lançados às terças e quintas-feiras, ao meio-dia, no canal do YouTube do Hub Porto Dragão. Com a nova temporada, a série chega à marca de 70 episódios lançados, trazendo um recorte da diversidade cultural cearense e apresentando potências da economia criativa de todas as regiões do estado. “Já percorremos 23 municípios, apresentando histórias e saberes de quem está atuando na cultura e movimentando a economia criativa da região. Desta forma, conseguimos mostrar a importância da cultura para a economia cearense e ainda potencializar novas referências no estado”, explica Leo Porto, gestor executivo do Hub Cultural Porto Dragão. E para celebrar o lançamento da nova temporada, o Hub Porto Dragão realizou duas sessões de pré-estreia em territórios que foram visitados nesta edição da série. As exibições, gratuitas e abertas ao público, ocorreram nos dias 9 e 11 de janeiro, em Uruoca e Icapuí, com a presença dos protagonistas dos episódios, além de apresentações artísticas. “Voltar em alguns desses territórios para fazer o lançamento do programa presencialmente também é uma forma de valorizar o trabalho feito em cada uma dessas localidades”, finaliza o gestor. Sidnéia e Seu Dedé, personagens da 7ª temporada da série, na pré-estreia em Icapuí | Foto: Pedro Vinícius Criada em 2020, a série documental busca celebrar e refletir sobre a pluralidade do viver de arte e o seu impacto nas comunidades. “O ‘Nós no Batente’ é um projeto que reflete muito bem a política pública que desenvolvemos na cultura do Ceará, levando o recurso até os territórios, mostrando que a cultura é uma potência da economia cearense em todas as suas regiões. Além de construir uma memória cultural cearense, queremos que o público conheça esses personagens e seus trabalhos, consumam as suas criações e que isso gere ainda mais oportunidades de trabalho e renda”, afirma Luisa Cela, secretária da Cultura do Ceará. CONHEÇA OS PERSONAGENS DA 7ª TEMPORADA Mestra Niura (Uruoca): É Mestra da Cultura Popular uruoquense, contribuindo de forma significativa nos setores de artesanato e danças populares através do reisado e da Associação dos Artesãos de Uruoca. Tem qualificação CeArt nas categorias de crochê, fios e trançado, além de atuar como presidente da Associação dos Artesãos de Uruoca. Dona Aurora (Acaraú): É referência comunitária e guardiã de saberes ancestrais do artesanato em palha, aprendidos com mulheres de sua família desde a infância. Hoje, coordena um grupo de 15 artesãs em Curral Velho, zona rural de Acaraú, mantendo viva a criação coletiva, a memória e a resistência cultural do território. Seu Dedé (Icapuí): Dedé de Zé de Liliza é mestre da carpintaria e referência cultural de Icapuí, criador de embarcações e projetos que preservam a memória e a identidade da comunidade. Sidnéia da Silva (Icapuí): Conhecida como “Mulher Lagosta”, é pescadora de alto-mar, especialista na pesca da lagosta e moradora da Praia Redonda, em Icapuí. Em uma profissão historicamente masculina, ela ocupa com coragem e competência um lugar de protagonismo, enfrentando as adversidades da vida no mar e os preconceitos de gênero com determinação. Reggae de Canoa Quebrada (Aracati): É um movimento cultural que articula música, identidade e território. A partir do reggae, reúne diferentes vozes da comunidade em torno da afirmação cultural, da vida coletiva e da relação com o mangue e o litoral. Quilombo do Cumbe (Aracati): É uma organização comunitária de pescadores e pescadoras do mangue de Aracati. Formalizada em 2012 e certificada como quilombo em 2014, atua na afirmação da identidade quilombola, na pesca artesanal, na agricultura familiar, no artesanato, no turismo comunitário e na defesa do território e do meio ambiente. Elvisa Marciano (Jijoca de Jericoacoara): É artesã de Jericoacoara, referência no crochê tradicional e no fortalecimento das mulheres e do artesanato local. Evandro Vieira (Beberibe): É produtor e articulador cultural no Litoral Leste do Ceará. Pesquisador da cultura popular, também produz vídeos e documentários sobre a temática e sobre patrimônio imaterial. É consultor de turismo cultural, rural e cultura alimentar. Também é temperista e trabalha com movimento de dramas na casa das Dramistas. SOBRE O NÓS NO BATENTE A série documental “Nós no Batente” é uma idealização e realização do Governo do Ceará, por meio da Secretaria da Cultura e do Hub Cultural Porto Dragão, espaço da Rede Pública de Equipamentos Culturais do Ceará (Rece), gerido em parceria com o Instituto Dragão do Mar (IDM).  Criada em 2020, diante da adversidade da pandemia de Covid-19, a websérie busca celebrar e refletir sobre a pluralidade do viver de arte. Até 2025, foram produzidos e lançados 62 episódios, divididos em seis temporadas, apresentando grupos e artistas de arte e cultura do Ceará, suas histórias, perspectivas e trajetórias. SOBRE O HUB CULTURAL PORTO DRAGÃO  O Hub Cultural Porto Dragão integra a Rede Pública de Espaços e Equipamentos Culturais do Estado do Ceará (Rece) e tem foco no processo de conexão entre os agentes artísticos e criativos para o desenvolvimento da economia da cultura cearense. Gerido por meio de uma parceria entre Secretaria da Cultura do Ceará e o Instituto Dragão do Mar, realiza e desenvolve atividades de produção de conteúdo, difusão e circulação artística e cultural, atuando no planejamento de ações de formação, conhecimento, profissionalização, fomento, acessibilidade e inovação. É responsável

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Grupo Bagaceira abre programação de 2026 do Hub Cultural Porto Dragão com temporada do espetáculo “Inacabado”

Serão seis apresentações realizadas entre os dias 8 e 11 de janeiro (quinta a domingo), com sessões duplas no fim de semana; Grupo também realiza uma desmontagem do espetáculo no dia 9 (sexta-feira) De quinta-feira a domingo, o Grupo Bagaceira de Teatro ocupa o Teatro B. de Paiva com seis sessões do espetáculo “Inacabado”. A temporada conta com apresentações nos dias 8 e 9 de janeiro (quinta e sexta), às 19h, e 10 e 11 de janeiro (sábado e domingo), às 18h (primeira sessão) e 20h (segunda sessão). Os ingressos custam R$30 (inteira) e R$15 (meia) e estão disponíveis no Sympla e na bilheteria física do Hub Cultural Porto Dragão, equipamento da Secult Ceará gerido em parceria com o Instituto Dragão do Mar. Além das apresentações, o grupo também oferece uma atividade formativa no dia 9 (sexta-feira), às 15h, no Teatro B. de Paiva. Será realizada uma desmontagem cênica que compartilha com o público os bastidores do processo de criação do espetáculo e revisita a trajetória de 25 anos do Grupo Bagaceira. A atividade se configura como um bate-papo aberto, no qual o coletivo disseca a construção da obra (sua estrutura, escolhas estéticas e elementos de cena), ao mesmo tempo em que reflete sobre seus modos de criação, produções e permanência enquanto grupo de teatro no contexto contemporâneo. Um espaço de escuta e troca, voltado ao compartilhamento de experiências, questões de autoria, coletividade e os desafios do fazer teatral hoje. A participação é gratuita e aberta ao público, sem necessidade de inscrição prévia. As atividades integram a programação de Ocupação Artística 2025-2026 do Hub Cultural Porto Dragão, programa que visa mapear e apresentar um panorama da produção artística cearense e ocupar com atividades culturais os espaços do equipamento e vizinhança. A presente chamada de Ocupação Artística do Hub Porto Dragão contempla as linguagens de artes integradas, áreas técnicas, circo, cultura popular tradicional, dança, música, performance e teatro. ESPETÁCULO “INACABADO” Em cena, um grupo de teatro sobe ao palco para estrear uma peça que não ficou pronta. Diante do impasse, a apresentação desvia para um caminho imprevisível. No lugar de um espetáculo acabado e polido, o público é arrastado para um devaneio artístico — um mergulho nos bastidores do processo, repleto de tentativas, tropeços e suposições sobre o que a peça poderia vir a ser.  Em Inacabado, os integrantes do Grupo Bagaceira são personagens de si mesmos, conduzindo um jogo cênico que se dá entre realidade e ficção, revelando as dúvidas, conflitos e angústias que permeiam a criação de um espetáculo e, por que não, a própria vida. Entre tentativas de improvisação, cenas interrompidas e discussões, o grupo explora o inacabamento não como falha, mas como potência.  Atravessada por memórias afetivas dos próprios artistas e do grupo, a peça vai se equilibrando entre o trágico e o cômico, com autoironia, humor e a honestidade brutal de quem vive do e para o teatro. Em tempos marcados pela lógica neoliberal, que exige produtividade e soluções rápidas dentro e fora da arte, Inacabado provoca o público a habitar o processo e apostar na reinvenção da vida e do mundo. Desenvolvido no Laboratório de Teatro da Escola Porto Iracema das Artes, escola de formação e criação artística da Secretaria da Cultura do Ceará, “Inacabado” contou com a valiosa interlocução de Marcio Abreu, diretor e dramaturgo da Cia Brasileira de Teatro. Parte da pesquisa foi realizada com apoio do 13º Edital Ceará das Artes, da Secult Ceará, e do Edital para as Artes – Lei Paulo Gustavo, da Secult Fortaleza. Ficha Técnica Dramaturgia e Direção: Rafael MartinsElenco: Débora Ingrid, Isabella Cavalcanti, Rafael Martins, Ricardo Tabosa e Tatiana AmorimInterlocução artística: Marcio AbreuParticipações especiais: Fernando Barbosa e Teodora AmorimDireção de arte: Natália ParenteTrilha sonora original: Ayrton Pessoa BobIluminação: Tatiana AmorimPreparação corporal: Débora IngridDireção de montagem e operação de luz: Ciel CarvalhoOperação de som e de projeção: Jotacílio MartinsDireção de produção: Isabella CavalcantiComunicação: Ricardo TabosaDesign gráfico: Rafael VianaApoio: Casa da Esquina e Porto Iracema das ArtesRealização: Grupo Bagaceira de Teatro GRUPO BAGACEIRA: ENTRE MEMÓRIA E REINVENÇÕES, 25 ANOS DE EXISTÊNCIA O Grupo Bagaceira é um coletivo de teatro experimental que, através de espetáculos autorais, construiu uma linguagem peculiar. Misturando referências plurais de forma inusitada, o Bagaceira conseguiu associar suas provocações conceituais a uma comunicação potente, conquistando, assim, o respeito de público e crítica. Desde o surgimento, em 2000, o grupo mantém uma produção intensa, construindo um repertório diversificado – com peças para público adulto e infantil e para palco, rua e espaços alternativos – que se mantêm em atividade por diversos anos.  Sediado em Fortaleza, na Casa da Esquina, o Bagaceira divide sua agenda de viagens, ensaios e compromissos com o tempo para a livre criação, de onde podem surgir novas ideias, textos, cenas e até mesmo projetos em outras áreas, ultrapassando a fronteira entre o teatro e outras linguagens. Com mais de 15 espetáculos e 4 obras audiovisuais, o Grupo Bagaceira é um dos mais representativos coletivos da cena nacional e já circulou pelas principais programações teatrais do país e com incursões também no exterior.  “Inacabado” marca um novo ciclo para o Grupo Bagaceira, sendo a primeira estreia após a morte do integrante e fundador Rogério Mesquita. “Completando 25 anos de trajetória em 2025, decidimos olhar para nós mesmos e encarar tudo o que já foi construído, mas também, principalmente, o que há de perspectivas. Diante do luto e da crise, questionamo-nos sobre a continuidade do grupo e optamos por seguir, reconfigurar rotas e fortalecer-nos diante dos desafios do trabalho com teatro no Brasil. A pesquisa parte desse desejo de vitalidade e renovação: mergulhar na sala de ensaio, experimentar, erguer novas peças. Retomar um Bagaceira vivo, potente e autoral; resgatar em nós e no público a capacidade de imaginar e reinventar o mundo”, explica o grupo. SOBRE O HUB CULTURAL PORTO DRAGÃO  O Hub Cultural Porto Dragão integra a Rede Pública de Espaços e Equipamentos Culturais do Estado do Ceará (Rece) e tem foco no processo de conexão entre os agentes artísticos e criativos para o

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De 18 a 20 de dezembro: 2º Festival Ceará da Diversidade acontece no Centro Dragão do Mar, no Hub Cultural Porto Dragão e na Escola Porto Iracema das Artes

Com o tema “Vida em movimento, orgulho que sustenta”, o festival une cultura, cidadania e formação para fortalecer políticas públicas voltadas à população LGBTI+. Realizado pelo  Governo do Ceará, por meio da Sediv e da Secult, o acesso é gratuito com programação disponível no perfil  @diversidadece Fortaleza vai celebrar a diversidade, a inclusão e o protagonismo da população LGBTI+ no 2º Festival Ceará da Diversidade, realizado pelo Governo do Ceará, por meio da Secretaria da Diversidade (Sediv) e da Secretaria da Cultura (Secult), em parceria com Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, o Hub Cultural Porto Dragão, a Escola Porto Iracema das Artes e o Instituto Dragão do Mar (IDM), que acontecerá de 18 a 20 de dezembro. A programação acontece nestes três espaços que integram a Rede Pública de Espaços Culturais da Secult Ceará e reúne ações dedicadas ao fortalecimento de políticas públicas voltadas à população LGBTI+, seminários, oficinas, feira de empreendedorismo, shows, performances, ballroom, DJs, desfiles, literatura e cinema. O acesso é gratuito e como gesto de solidariedade, o evento incentiva a doação de 1kg de alimento não perecível, que será destinado ao programa Ceará Sem Fome. Com o tema “Vida em movimento, orgulho que sustenta”, o festival busca consolidar-se enquanto evento político-cultural-formativo sobre diversidade de gênero e sexualidade no Estado do Ceará e ampliar espaços de diálogo e fortalecer a presença da comunidade na vida pública, reafirmando sua contribuição para a construção de uma sociedade mais justa, plural e comprometida com os direitos LGBTI+.  Em sua primeira edição, realizada em 2024, o Festival tornou-se um dos maiores encontros de diversidade do Estado. Em 2025, o evento amplia seu público, seus espaços e suas atividades, se reafirmando como um espaço de celebração, diálogo, respeito, memória e orgulho. A iniciativa reconhece e valoriza as múltiplas formas de existir e resistir que compõem a diversidade cearense, conectando artistas, coletivos, empreendedores, movimentos sociais, gestores e o público em geral.  AÇÕES ESTRUTURANTES E ECONÔMICAS O 2º Festival Ceará da Diversidade inicia na quinta-feira (18), no auditório do Centro Dragão do Mar, com ações estruturantes para a construção de políticas públicas transformadoras e valorização das múltiplas expressões culturais da comunidade LGBTI+. Entre os destaques, a instalação da Comissão Estadual Intergestores da Política LGBTI+, que terá primeira reunião restrita a gestores municipais e convidados na quinta-feira, às 9h, no auditório do Dragão do Mar. Outro momento de destaque desta edição é o Seminário Estadual de Enfrentamento à LGBTIfobia no futebol, no mesmo local, às 13h, atividade aberta ao público. O Seminário será um momento de debate com especialistas, gestores públicos, representantes da sociedade civil e pessoas interessadas em esporte e promover a inclusão e a diversidade no meio esportivo. A programação contará com uma apresentação teatral do grupo Falando Portugays. À noite, às 18h, ocorrerá o Encontro Cearense de Organizadores de Paradas LGBTI+. Realizado pelo Grupo de Resistência Asa Branca (Grab) em parceria com a Sediv, o encontro abordará o impacto das Paradas da Diversidade na valorização cultural, no fortalecimento do turismo e na dinamização da economia LGBTI+, destacando como esses eventos contribuem para a visibilidade, inclusão e desenvolvimento social. A atividade é aberta ao público. ABERTURA OFICIAL A Praça Verde do Centro Dragão do Mar, que sedia boa parte da programação artística, vai receber a abertura oficial do 2º Festival Ceará da Diversidade – “Vidas em movimento, orgulho que sustenta”. Marcado para dia 19 às 20h, o momento contará com a presença de representantes da Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, órgão do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) do Brasil,  de Bruna Benevides, presidenta da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA) e demais autoridades. NOS PALCOS: DJs E SHOWS  Na Praça Verde, o 2º Festival Ceará da Diversidade recebe atrações cearenses e nacionais que celebram a diversidade e o protagonismo LGBTI+, evidenciando a arte como expressão de resistência, inclusão e cidadania, e reforçando o compromisso do evento com a visibilidade e o reconhecimento dos talentos LGBTI+ em todo o país. Na noite de sexta-feira, tem discotecagem com DJ Silas e Coletivo Numalaje e dois grandes shows. Às 19h, a artista cearense Camaleoa convida Mumutante, Carú Lina, Fabiano Brandão e Di Ferreira. Fechando a noite, o palco é da artista paraense Jaloo. No sábado, Ballroom Diversity abre a programação às 16h. A atividade, em parceria com o movimento Ballroom, promove a valorização da cultura LGBTI+ e destacando a arte, a performance e a expressão como formas de resistência, empoderamento e construção de identidade. DJ Bugzinha abre o som na Praça Verde às 17h30, que terá também discotecagem e intervenção artística com DJ Nanny Seven, Supremmas e Coletivo Divas. Dois shows também acontecem na noite. Às 19h30, Suzy Navarro convida Iara Pamella, Aline Mel e Makem. Encerrando a 2ª edição do Festival, a atração no palco da Praça Verde é o pernambucano Romero Ferro. FEIRA DE EMPREENDEDORISMO LGBTI+ Na sexta-feira (19) e no sábado (20) o festival inicia com a Feira de Empreendedorismo LGBTI+, espaço dedicado ao protagonismo econômico da comunidade, que acontecerá na Praça Verde do Dragão do Mar. Com foco na geração de renda, visibilidade e autonomia econômica, a Feira reunirá 15 empreendedores mapeados pelo Comitê de Empregabilidade e Empreendedorismo LGBTI+, trazendo peças únicas, produtos autorais e iniciativas da economia criativa. A curadoria integra diversidade estética, inovação, sustentabilidade e representatividade, reforçando a potência criativa que movimenta o Ceará. Além dos expositores, o espaço contará com estandes de oportunidades de emprego, em parceria com a Secretaria do Trabalho, SINE/IDT, ativações institucionais e serviços do Ceará Credi, ampliando o acesso a crédito, qualificação e orientação para pequenos negócios. Haverá também uma área gastronômica, fortalecendo o ecossistema de empreendedorismo local e incentivando o consumo de iniciativas da comunidade. PROGRAMAÇÃO   DIA 18 – QUINTA-FEIRA 9h – 12h | Auditório do Centro Dragão do MarI Reunião da Comissão Estadual Intergestores da Política LGBTI+Apresentação artística: Stefany MendesPúblico: gestores municipais e convidados 13h – 17h | Auditório do Centro Dragão do MarSeminário Estadual de Enfrentamento à LGBTIfobia no futebol, com  presença

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CIA DE DANÇA DE ITAPAJÉ APRESENTA TEMPORADA DO ESPETÁCULO “E  O QUE RESTA SOU EU” NO HUB CULTURAL PORTO DRAGÃO

A Cia de Dança de Itapajé, um dos grupos de referência na arte da Dança do Ceará, retorna a Fortaleza com o espetáculo “E o Que Resta Sou Eu”. A temporada de apresentações acontecerá nos dias 12, 13, 19 e 20 de dezembro, às 19h; e nos dias 14 e 21 de dezembro, às 18h, no Teatro B. de Paiva, do Hub Cultural Porto Dragão. O espetáculo é livre para todos os públicos e conta com acessibilidade em Libras na sessão das sextas-feiras. Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia) podem ser adquiridos na bilheteria do Hub ou online pelo site Sympla. Sinopse do espetáculo“E o Que Resta Sou Eu” revela a trama de dois passageiros em uma jornada para se libertarem de suas bagagens e, finalmente, sentirem-se livres. em um cenário atemporal, eles embarcam em uma atmosfera que circula pelas estações do tempo, através de trilhos que se deslocam, visitam memórias da infância e se questionam sobre o que irá restar quando finalmente a bagagem for esvaziada? os trilhos, como memórias, fluem e se entrelaçam, carregando consigo um emaranhado de histórias e vivências que são compartilhadas a partir do corpo. trabalhando com a ficção, a obra aborda de maneira sensível temas sociais, convidando o público a refletir sobre as bagagens que todos carregam em suas próprias jornadas. FICHA TÉCNICAElenco: Igor Lira e Filipe EvansDireção: Rafael AbreuDireção de produção: Cleber AlvesTexto e dramaturgia: Filipe EvansCenário e desenho de luz: Rafael AbreuTrilha sonora original: Aihady SandmyVoz do prólogo: Nuno CoelhoFigurino: Bruno MatosMaquiagem: Emanuel GomesAssistente de produção: Edvaldo SouzaAssessoria de imprensa: Joanice SampaioFotos: Késsia Nascimento Cia de Dança de Itapajé – Trajetória e AtuaçãoA Cia de Dança de Itapajé, sob a direção artística do professor e bailarino Cleber Alves, tem se consolidado como um importante núcleo de formação e difusão da dança no município de Itapajé, Ceará. Desde sua fundação em 2013, a companhia vem promovendo a valorização da cultura local e a formação de jovens talentos por meio da dança contemporânea, ao longo desses 12 anos de atuação. A Cia de Dança de Itapajé, tem participado de diversos festivais, mostras e encontros artísticos, levando a identidade cultural do interior cearense a diferentes públicos, com suas diferentes obras, fruto de intensos trabalhos de pesquisa. A atuação da companhia não se restringe apenas ao palco. A Cia também desenvolve ações pedagógicas e sociais, como oficinas, cursos e projetos voltados para a inclusão e democratização do acesso à dança. Esses projetos têm sido fundamentais para o fortalecimento da cena artística local e para a formação de novos bailarinos, incentivando a continuidade e renovação da arte no município. A Cia de Dança de Itapajé, com sua trajetória marcada pela resistência e inovação, segue reafirmando o poder transformador da arte e da dança na vida das pessoas. ServiçoCia de Dança de Itapajé – Espetáculo “E o Que Resta Sou Eu”Datas: 12, 13, 14, 19, 20 e 21 de dezembroHorário: 19h (sextas e sábados) e 18h (domingos)Local: Teatro B. de Paiva – Hub Cultural Porto Dragão (Rua Boris, 90c – Centro. Fortaleza, CE)Duração: 40 minutosClassificação indicativa: LivreAcessível em Libras nas sextas-feirasIngressos: R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia) Vendas: Sympla e Bilheteria do Teatro (funcionamento: de terça a sexta-feira, das 14h às 17h, e no dia do evento até 15 minutos antes do início da apresentação) Informações: Instagram @ciadeitapaje

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Secult Ceará recebe mais de 70 atividades formativas gratuitas do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil (MICBR)

Hub Porto Dragão, Escola Porto Iracema das Artes, BECE e Centro Dragão do Mar, espaços públicos da Secult Ceará, fortalecem programação formativa do evento promovido pelo Ministério da Cultura e correalizado pelo Governo do Ceará De 4 a 6 de dezembro, quatro espaços da Rede Pública de Equipamentos Culturais da Secretaria da Cultura do Ceará, geridos em parceria com o Instituto Dragão do Mar, recebem a programação formativa do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil (MICBR), um dos maiores eventos de economia criativa da América Latina. Serão 77 atividades ofertadas gratuitamente, entre painéis de mercado, palestras e oficinas para diversos segmentos criativos. Para participar, as pessoas interessadas devem realizar seu credenciamento do evento a partir do dia 3 de dezembro, às 15h, no stand de recepção de público localizado no Centro Dragão do Mar, próximo ao Hub Porto Dragão. As atividades ocupam espaços já reconhecidos no cenário cultural local por desenvolverem programas de formação e fortalecimento da economia da cultura cearense, frutos da política pública feita pela Secretaria da Cultura. Serão 33 atividades realizadas no Hub Cultural Porto Dragão, 23 na Escola Porto Iracema das Artes, nove na Biblioteca Pública Estadual do Ceará (Bece) e 12 no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura ocorrendo paralelamente durante três dias do evento, que está realizando a sua maior edição. “A Cultura é vetor de desenvolvimento econômico e o Governo do Ceará vem colocando a pasta cada vez mais na centralidade política. Para pensarmos em desenvolvimento de mercado, criação de novas oportunidades, é preciso investir em formação e qualificação profissional. Por isso, este eixo do MICBR se sintoniza tão bem com os espaços públicos culturais da Secult Ceará que atuam com formação e conhecimento, como a Escola Porto Iracema das Artes, o Hub Porto Dragão, a BECE e o Centro Dragão do Mar”, contextualiza a secretária Luisa Cela. Entre os destaques estão palestras que abordam temas essenciais da economia criativa contemporânea como o poder das narrativas, criatividade e território; sustentabilidade e futuro da cultura; inovação e convergência midiática; impacto social das artes; modelos de criação e circulação; e as transformações tecnológicas que moldam o mercado cultural. Os debates trazem perspectivas diversas de pesquisadores, gestores, criadores e especialistas de diferentes segmentos criativos. Os painéis de mercado aprofundam assuntos que vão de dados e inteligência cultural à economia do patrimônio, IA e blockchain nas artes, globalização e streaming, gestão sustentável, jogos digitais, direitos autorais, moda autoral, territórios criativos, gastronomia e saberes tradicionais, economia criativa afro, clima e cultura, internacionalização e muito mais. MICBR+Ibero-América Realizado em Fortaleza (CE), de 3 a 7 de dezembro, o MICBR+Iberoamérica combina atividades de formação — mentorias, oficinas, palestras e mesas redondas — com oportunidades de negócios, como rodadas, apresentações de projetos, showcases e momentos de networking. A iniciativa celebra a força da cultura brasileira e reafirma o papel estratégico da economia criativa no desenvolvimento sustentável, na integração regional e na valorização da diversidade cultural. A edição 2025 é uma realização do Ministério da Cultura, correalização da Organização de Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI), do Governo do Estado, por meio da Secult Ceará, e Prefeitura de Fortaleza, por meio da Secultfor. PROGRAMAÇÃO ATIVIDADES FORMATIVAS (Gratuitas e abertas ao público) *Espaços sujeitos a lotação *sujeita a alterações 4 de Dezembro | Quinta-feira Atividade oficina: “Articulação e intersetorialidade entre Cultura e Educação Fundação Itaú” Local: Biblioteca Pública Estadual do Ceará (Bece) – Sala Multiuso 01 e 02 Atividade Painel de Mercado: “A cultura como eixo de cooperação Ibero-americana” Local: Cinema do Dragão – Sala 01 Convidados: Raphael Callou / Márcio Tavares / Luisa Cela Mediação: Antônia Pelegrino Atividade Painel de Mercado: “Aprender a ler para ensinar meus camaradas: formação e qualificação em economia criativa” Local: Hub Porto Dragão – Teatro B. Paiva Convidados: João Alegria / Rejane Menezes / Fabián Sánchez Molina / Norma Marina Díaz Gómez Mediação: Rafael Fontes Atividade Painel de Mercado: “Blockchain e IA no mercado de arte” Local: Escola Porto Iracema das Artes – Sala A2 Convidados: Vinícius Fernandes Villela / Byron Mendes / Monique Lemos Mediação: Flor Pimentel  Atividade Painel de Mercado: “Gestão sustentável do patrimônio cultural: modelos e estratégias” Local: Escola Porto Iracema das Artes – Auditório Convidados: Marcelo Velloso / Aretha Galego / Renata da Silva Cardoso / Alicia Baroni Bethancourt Mediação: Cecilia Sá Atividade Painel de Mercado: “Dados que movem a cultura: observatórios, pesquisas, políticas e inteligência de mercado” Local: Hub Porto Dragão – Sala de Dança Flávio Sampaio Convidados: Manuela Miranda Paixão / Jader Rosa / Luiz Gustavo / Helena Barbosa / Renata Passos Mediação: Julia Zardos Atividade Painel de Mercado: “O desafio da reforma tributária para a economia criativa brasileira” Local: Hub Porto Dragão – Sala de Dança Flávio Sampaio Convidados: Daniella Galvâo / João Nobre / André Brayner Mediação: Carlos Paiva Atividade Painel de Mercado: “Economia Criativa Afro: modelos, territórios e futuro” Local: Escola Porto Iracema das Artes- Sala A2 Convidados: Daniel Manjarrés / Pérola de Oyá / Nelson Mendes Mediação: Adriana Barbosa Atividade Painel de Mercado: “Patrimônio, território e turismo criativo” Local: Hub Porto Dragão – Teatro B. Paiva Convidados: Clarisse Fraga / Sergio Sobreira / Galo Sandoval Mediação: Elisa Guimarães Atividade Painel de Mercado: “Videogame como exportador da cultura brasileira” Local: Biblioteca Pública Estadual do Ceará (Bece) – Sala Multiuso 01 e 02 Convidados: Vitor Severo Leães / Filipe Pereira / João Brant Mediação: Patricia Sato Atividade Painel de Mercado: “Como a Cultura pode mudar o clima (para melhor!)” Local: Hub Porto Dragão – Sala 8 Convidados: Leonardo Menezes / Eduardo Carvalho / Alexia Ferreira Mediação: Carlos Paiva Atividade Painel de Mercado: “Cultura em fluxo: globalização, plataformas de streaming e a nova economia do audiovisual – como a convergência entre cinema, televisão e plataformas redefine produção, distribuição e internacionalização” Local: Hub Porto Dragão – Sala de Dança Flávio Sampaio Convidados: Phil Carrasco / João Fonseca / Thais Colli / Maria Eugenia Vidal Mediação: Guilherme Ravache Atividade Painel de Mercado: “Planos de Cultura e Direitos Culturais” Local: Cinema Dragão – Sala 1

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Artista cearense Sy Gomes expõe Outdoors Reinventados na Nuit Blanche Toronto, um dos principais festivais de arte pública da América do Norte

A obra “See Me From a Distance: Travesti Billboards / Me Vejam de Longe: Outdoors Travesti…” foi destaque no festival canadense, reafirmando a atuação da artista como militante da identidade “Travesti Viva!” A artista travesti cearense Sy Gomes Barbosa brilhou no cenário artístico internacional como um dos destaques da Nuit Blanche Toronto, festival noturno de arte que atraiu centenas de milhares de visitantes ao Canadá. A artista realizou uma apresentação histórica com a instalação multimídia “See Me From a Distance: Travesti Billboards / Me Vejam de Longe: Outdoors Travesti…” (2025) no início de outubro, reafirmando o corpo travesti como um potente vetor político e artístico. A instalação é um desdobramento do aclamado projeto “Outdoor Travesti”, lançado por Sy em 2020, e integrou a mostra “From here, there, everywhere”, curada pela também brasileira Renata Azevedo Moreira. Com grande visitação do público, a obra da artista cearense consiste em cinco outdoors de beira de estrada (aproximadamente dois metros de comprimento cada), que foram instalados no campus da Universidade Humber e transformados em uma peça multimídia com forte apelo visual e sonoro. “Estar pessoalmente em Toronto, experimentando a cidade pulsar em arte, por 12 horas seguidas, e também apresentando minha obra para muitas pessoas novas, de diferentes nacionalidades, culturas e repertórios, foi realmente transcendental na medida em que é um trabalho que começa em 2020 no Ceará e que agora passa a ser parte da História da Nuit Blanche Toronto. Por ter sido a única artista do Brasil nesta edição, eu fui muito bem recebida também pela comunidade brasileira na cidade. Quando fiz a fala na Underscore Projects, principalmente, assim que cheguei, eu pude, de fato, sentir o impacto da cidade mais multicultural do mundo”, comenta a artista. O Grito “Travesti Viva!” em Diálogo com o Mundo  Conhecida por uma prática que intercala a performance, a visualidade plástica e o corpo como elemento político, Sy Gomes utiliza a obra para expandir o discurso “Travesti Viva!” – a identidade Travesti é uma forma sulamericana, provavelmente brasileira, de resistência e conversão de um termo outrora violento, para uma identidade de gênero própria de pessoas trans femininas. A instalação incorpora uma peça sonora espacializada e panorâmica, ou seja, uma paisagem sonora, co-criada com a musicista e artista cearense Roberta Kaya (KAYA). O áudio mescla a voz da artista em diversas línguas faladas no Canadá, além de Português e Pajubá, criando um contraponto com o clima frio de Toronto e buscando estabelecer um diálogo intercultural, levando novas sensações através do som. Nas imagens, corações de bananeira, sementes e registros do corpo da artista em performance se misturam à frase que se repete: “procura-sy travesti viva”. A obra se alinha perfeitamente ao tema da Nuit Blanche 2025, “Translating the City” (“Traduzindo a Cidade”), que propõe interpretar a experiência urbana através da arte, explorando as intersecções de cultura, idioma e identidade em um ambiente multilíngue. Da Suspensão à Passagem Garantida A participação da artista, que vem expondo desde 2019 em cidades como Fortaleza, São Paulo e Berlim, enfrentou barreiras logísticas. Devido à suspensão do edital federal de mobilidade cultural da FUNARTE, no Brasil, a equipe de produção do evento – ligada à Prefeitura de Toronto – interveio diretamente, garantindo as passagens aéreas de ida e volta para a artista (29 de setembro a 07 de outubro). Apesar do importante apoio do festival, Sy Gomes seguiu articulando apoio institucional e de parceiros para cobrir custos de hospedagem, alimentação, traslados e vestimentas de frio, indispensáveis para assegurar sua presença e a plena fruição da experiência. Ela agradece ao apoio da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FUNCAP/CE) por meio do Programa de Pesquisa Cientista Chefe da Cultura (CCCult), da Secretaria da Cultura do Ceará, que fornece apoio por meio do Programa Agência da Cultura do Hub Cultural Porto Dragão, da Escola de Audiovisual Vila das Artes em Fortaleza, da Banida Plataforma para artistas LGBTQ+, da Underscore Projects Canadá, da Vereadora de Eusébio Neila de Castro, do Secretário de Cultura de Eusébio Tarcisio Christianne, da Universidade Federal do Ceará (UFC), e de Exu, o orixá que vive nas encruzilhadas, criando espaço para novas intersecções entre nós e o mundo. Sy também agradece ao tradutor e artista Iorubá Adinelson Àkànbí Ọdẹ Filho (@kambundu76), pela gentil assistência e à fotografia de M.Dias Preto (@mdiaspretooo), Nayra Maria (@bufolica), Mateus Falcão (@falteus), Yuri Juatama (@yurijuatama), Jorge Silvestre (@jorgesilvestr), David Felício (@davidfelicioa) e Renata Fortes (@renata.fortesm), que também colaboraram diversas vezes capturando as performances artísticas de Sy e vão estar com ela em seus novos Outdoors. SERVIÇO Artista: Sy Gomes Barbosa Obra: See Me From a Distance: Travesti Billboards / Me Vejam de Longe: Outdoors Travesti (2025) Evento: Nuit Blanche Toronto Curadoria: Renata Azevedo Moreira (exposição “From here, there, everywhere”) Local: Campus da Universidade Humber, Etobicoke, Toronto, Canadá Data da exposição 04 de outubro de 2025Site Oficial do evento: https://www.toronto.ca/explore-enjoy/festivals-events/nuitblanche/#location=&lat=&lng=&zoom= 

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Com formações nas áreas técnicas das artes, Hub Cultural Porto Dragão abre inscrições para edição especial do programa Faz a Cena

Serão realizadas três trilhas formativas nas áreas técnicas, de tecnologias e de acessibilidade das artes e da cultura. As inscrições são gratuitas. O Hub Cultural Porto Dragão, espaço da Rede Pública de Equipamentos Culturais da Secretaria da Cultura do Ceará, gerido pelo Instituto Dragão do Mar, anuncia uma edição especial do Faz a Cena, Programa Estadual de Formação Técnica para as Artes. Com três trilhas formativas, o “Faz a Cena – Trilhas e Conexões” será focado nas áreas técnicas, de tecnologias e de acessibilidade, como uma oportunidade para quem deseja ampliar conhecimentos nas áreas técnicas da cena artística e cultural. Todas as formações são gratuitas. Com 20 vagas, a primeira trilha “Som, Materiais e Imagem em Cena – Áreas Técnicas das Artes” tem o objetivo de qualificar os participantes a conceberem projetos transdisciplinares de iluminação a partir de uma escuta ativa e criativa da trilha sonora, desenvolvendo uma linguagem visual autoral e sinestésica para espaços cênicos. As aulas serão ministradas por Aline Rodrigues, artista, técnica eletricista, operadora de luz e iluminadora cênica. A formação também contará com um módulo transversal em acessibilidade para produção cultural e fruição poética acessível ministrado por Vitória Sâmea, consultora em acessibilidade e intérprete de Libras. A trilha será realizada de 4 a 22 de novembro no Hub Cultural Porto Dragão. As inscrições estarão abertas a partir de 15 de outubro por meio de formulário online.  A edição especial contará, ainda, com as trilhas “Acessibilidade em Cena e Inovação para as Artes” e “Tecnologias do Sensível em Cena e Inovação para as Artes”, que serão realizadas entre março e abril de 2026. Todas as trilhas serão acessíveis em Libras e contarão com formações transversalizadas em acessibilidade. O “Faz a Cena – Trilhas e Conexões” é uma realização da Secretaria da Cultura do Ceará, por meio do Hub Cultural Porto Dragão, em parceria com o Instituto Dragão do Mar. Tem patrocínio da Petrobras, por meio da lei de incentivo à Cultura, a Lei Rouanet.  FORMAÇÃO PARA QUEM FAZ A CENA DA CULTURA NO CEARÁ Realizado desde 2020, o Faz a Cena – Programa Estadual de Formação Técnica para as Artes trabalha com o conceito de cena expandida, tendo a Cultura como palco e suas várias manifestações. Todos os palcos, seja das Artes Cênicas, da Música, dos museus com suas instalações, imersividades e interações, das bibliotecas e seus acervos e experiências digitais, da arte urbana com suas instalações e experiências digitais-mediadas são espaços férteis para a prática, reflexão e criação de novas conexões. Ao longo dos últimos anos, o programa tem desempenhado um papel estratégico na formação e qualificação de trabalhadores, ajudando a suprir uma demanda crescente por profissionais qualificados que atuam por trás dos palcos, nas produções audiovisuais e em diferentes eventos culturais. Além de promover a formação, o Faz a Cena impulsiona a cadeia produtiva, estimulando novas oportunidades de mercado e ampliando o alcance da arte cearense. O programa é direcionado a interessados e trabalhadores das áreas de cenografia, figurino, iluminação, produção, sonorização, acessibilidade e tecnologias, com formações ministradas por profissionais atuantes no mercado, garantindo uma troca de experiências que alia conhecimento técnico à vivência prática. Desde sua criação, o Faz a Cena mantém uma característica de diálogo com os trabalhadores da cultura para a definição de temáticas para as trilhas formativas, com grande contribuição do Fórum das Áreas Técnicas do Ceará e escutas realizadas presencialmente ou por meio de formulários. SERVIÇO  FAZ A CENA – TRILHAS E CONEXÕESTrilha “Som, Materiais e Imagem em Cena – Áreas Técnicas das Artes”Inscrições de 15 a 22 de outubro no formulário (https://forms.gle/y4HKwh8FzQTtzR4K7) Gratuito20 vagasMais informações em @hubportodragao e @institutodragaodomar

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Depois de Cabo Verde, Portugal e França, 15ª Bienal Internacional de Dança aporta em palcos cearenses

Apresentações no Hub Porto Dragão acontecem de 25 de outubro a 1º de novembro com acesso gratuito Com a estreia nacional do espetáculo “Borda”, da Lia Rodrigues Companhia de Danças, do Rio de Janeiro, será aberta em 24 de outubro, no Theatro José de Alencar, a quarta estação da XV Bienal Internacional de Dança do Ceará, que segue até o dia 1º de novembro com programação em Fortaleza, Paracuru, Trairi, Baturité, Guaramiranga, Itapipoca, Pacatuba e Pacajus. Nova criação da Lia Rodrigues Companhia de Danças, “Borda” investiga o conceito de fronteira como limite, passagem e encontro. A apresentação será logo após a cerimônia oficial de abertura, com início às 20h, com homenagem a Bete Jaguaribe, diretora da Escola Porto Iracema das Artes, e ao coreógrafo do espetáculo “Nosso Baile”, Henrique Rodovalho.   Enquanto isso, no Complexo Cultural Estação das Artes, começa a festa de abertura, que contará com o som do DJ Guga de Castro e shows do cearense Mateus Fazeno Rock (“Lá Na Zárea Todos Querem Viver Bem”) e o paraense Saulo Duarte com suas guitarradas (“Baile Quente”). Toda a Bienal tem acesso gratuito. A programação completa e informações sobre retirada de ingressos podem ser consultadas no site www.bienaldedanca.com.  BIENAL EM QUATRO ESTAÇÕES Esta é uma edição histórica do evento lançado há 28 anos. Pela primeira vez a Bienal cruzou continentes com uma programação estendida, iniciada em maio e dividida em “Estações”. Começou com a XV Bienal Internacional de Dança do Ceará/Estação Cabo Verde, realizada nas cidades de Praia, Santa Cruz e Tarrafal, de 03 a 10 de maio. Da África, seguiu para a Europa, com a Estação Portugal, de 11 a 14 do mesmo mês em Belmonte. Já em setembro, de 20 e 27, foi a vez da Estação França, com programação em Paris, no icônico Chaillot Théâtre national de la Danse.  Agora, de volta ao Ceará, a Bienal realiza a Estação Brasil, com espetáculos e ações formativas em uma circulação por oito cidades, algumas delas com uma forte tradição na arte da dança.  Em Fortaleza, será de 24/10 a 1º/11; em Paracuru, nos dias 24 e 25/10; Trairi recebe a Bienal nos dias 27 e 28/10; em Baturité e Guaramiranga, estará nos dias 29 e 30/10; em Itapipoca acontece de 30/10 a 1º/11; e nos dois últimos dias, estará também em Pacatuba e Pacajus.  PRIMEIRO FIM DE SEMANA COM GRANDES MOMENTOS No primeiro final de semana, a Bienal estará em Fortaleza e Paracuru. Na capital, depois da abertura na sexta (24), haverá uma rica programação no sábado (25), a partir do fim de tarde. No Largo dos Tremembés, na Praia de Iracema, às 16h30, o público poderá conferir o espetáculo “Les Traceurs”, que vem pela segunda vez à Bienal. Criação do coreógrafo francês Rachid Ouramdane, parceiro antigo da Bienal e diretor do Teatro Chaillot, “Les Traceurs” marcou a edição de 2021, atraindo as atenções da população na Praça do Ferreira para o artista francês Nathan Paulin, ao apresentar-se a 50 metros de altura percorrendo 250 metros em slackline. Do Largo dos Tremembés, o convite é seguir para o Hub Cultural Porto Dragão e o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. No primeiro, a Anti Status Quo Companhia de Dança, de Brasília, apresenta “QR Corpo” às 18h, no Teatro B. de Paiva, que vem à Bienal por meio do projeto de Circulação Nacional do espetáculo pelo Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC). Fundada em 1988, é dirigida pela coreógrafa Luciana Lara e o produtor Marconi Valadares, é reconhecida como um dos mais atuantes, renomados e longevos grupos de dança contemporânea de Brasília e do Centro-Oeste do Brasil. Na sequência, às 19h, no Teatro Dragão do Mar, a atração é o espetáculo “Dona Lourdès”, com Némo Camus & Robson Ledesma, da Bélgica. Criado por Némo Camus, este projeto é situado entre a homenagem, a narrativa biográfica e uma reflexão poética sobre herança cultural, racial e familiar, inspirada na vida de sua avó brasileira, que dá nome ao espetáculo: Dona Lourdès. “Nosso Baile” de Henrique Rodovalho E ainda no sábado (25), às 21h no palco do Theatro José de Alencar, acontece a estreia nacional de “Nosso Baile”, que teve sua primeira apresentação oficial em setembro como destaque da temporada da Bienal de Dança do Ceará na França. Coprodução da Bienal com o Théâtre de Chaillot, de Paris, esta criação do coreógrafo Henrique Rodovalho é resultado do projeto Percursos de Criação e uma das ações de um projeto inovador realizado pela Bienal de Dança, o “Conexões Artísticas Internacionais – CAIS”. Este projeto faz parte da Temporada Cruzada França-Brasil e simboliza um marco na cooperação cultural entre os dois países, inspirado no conceito de cooperação triangular promovido pela ONU.  No elenco estão 15 bailarinos e bailarinas de diferentes idades e estilos de dança, dando pluralidade ao espetáculo. Destes, oito são alunos ou egressos do Curso Técnico em Dança do Porto Iracema das Artes, e os demais são artistas de São Paulo, Bahia e Minas Gerais. Conheça o coreógrafo e o elenco.  “Nosso Baile” é inspirado em “Isso dá um baile!”, obra que Rodovalho criou para o Balé da Cidade de São Paulo e foi apresentada na 13ª Bienal de Dança do Ceará, em 2021.  O espetáculo estará na sexta (24) em Paracuru, às 21h na Praça da Matriz, no sábado (25) em Fortaleza, no TJA, e no dia 1º/nov em Pacajus, às 19h na Praça Renato Pessoa de Aguiar. Em Paracuru, a programação da Bienal no sábado (25) começa às 20h na Praça da Matriz, com “Canto do povo de um lugar”, espetáculo da Escola de Dança de Paracuru.  DOMINGO (26): Flávio Sampaio, Thiago Soares e Naomi Brito No domingo (26), a atração no fim de tarde, no Largo dos Tremembés, é a Companhia Etra, de São Paulo, com “Arrastão”, uma performance realizada por corpos que lutam para conseguir ocupar seus espaços, físicos e metafóricos que traz a tona questões urgentes dos nossos tempos. No Teatro B. de Paiva, às 18h, a Anti Status Quo volta ao palco para

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Cantor cearense Zéis lança álbum gravado no Hub Porto Dragão com 21 faixas

O álbum Encruzilhada, com lançamento em 31 de outubro, reúne músicas dos últimos oito anos da carreira do artista. Gravado ao vivo, estará disponível em plataformas digitais e em formato audiovisual. Indo na contramão das tendências da indústria fonográfica, o cantor e compositor cearense Zéis lança no dia 31 de outubro o álbum Encruzilhada, com 21 faixas gravadas ao vivo. Lançado pelo selo independente Fora da gaiola, o trabalho reúne composições autorais dos últimos oito anos da carreira do artista e estará disponível nas principais plataformas de música, além de contar com um registro audiovisual completo nas redes sociais do artista. Gravado no HUB Cultural Porto Dragão, em Fortaleza, o show é uma imersão poética e sonora que combina a força da música brasileira com a energia rockeira do artista, criando uma atmosfera nostálgica e, ao mesmo tempo, atual. Encruzilhada é também uma metáfora sobre os dilemas contemporâneos — um convite à reflexão sobre os caminhos que podemos seguir enquanto sociedade. O lançamento é duplo: tanto o álbum ao vivo quanto o DVD do show estarão disponíveis simultaneamente. O registro audiovisual é da produtora Black Lab. O espetáculo passou por diversas versões desde sua primeira apresentação em 2020, durante a Feira da Música, em formato digital. Em 2022, durante o Laboratório de Criação da Escola Porto Iracema das Artes, o projeto ganhou nova formação com tutoria do produtor musical Kassin. Atualmente, o show conta com uma equipe de 15 profissionais, entre músicos, técnicos, produtores, artistas visuais e intérpretes de Libras. A banda tem 10 integrantes, com destaque para o trio de metais e a percussão marcante. “Essa coisa de reunir essa galera todinha eu pensei muito por causa da pandemia, porque durante esse período a gente ficou sem poder se encontrar e juntar uma galera pra tocar. E também a real é que eu não tenho demanda de fazer shows, então eu não queria reduzir o meu show pra caber num formato que os festivais pedem, sendo que eu não costumo ser convidado, então decidi fazer o show exatamente como eu gostaria ainda que fosse pra tocar uma vez no ano”, afirma o artista. O show também se destaca pelo cuidado com a acessibilidade, contando com os performers Clarissa Costa e Jhon Moraiz, que utilizam a Língua Brasileira de Sinais (Libras) de forma performática, integrando dança e tradução em um diálogo estético com as canções. A equipe de acessibilidade tem orientação do tradutor/intérprete Roberto Negão. “O que a gente faz no show do Zéis é uma interpretação performática das letras do show e é muito divertido. Como se a gente pegasse essa língua de sinais e dançasse junto com ela, dançasse os sinais”, explica Clarissa. Sobre Zéis Cantor, compositor, ator e produtor, formado em Música pela Universidade Federal do Ceará e mestre em Artes pelo Instituto Federal do Ceará (IFCE). Integrou o Laboratório de Criação em Música da Escola Porto Iracema das Artes com o projeto Encruzilhada, sob tutoria do renomado produtor musical Kassin, que também assinou a produção de seu álbum mais recente, Sinal de Fumaça (2023). Possui cinco álbuns originais lançados: De Preto em Blue (2017), Sessões Acústicas (2018), Caim (2020), A Rede, o Peixe e o Ar (2021) e Sinal de Fumaça (2023). Com sua obra musical, já se apresentou em importantes festivais como Maloca Dragão, Feira da Música, Festival Música na Ibiapaba, Festival da Música de Fortaleza, Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga, Festival Elos e Festival Acordes do Amanhã, entre outros. Foi vocalista e produtor da banda Capotes Pretos Na Terra Marfim (2012 – 2018). Assinou a direção musical do show Baile Preto, da cantora cearense Luiza Nobel (2018 – 2021), com quem venceu o Festival de Música da Juventude de Fortaleza. É idealizador do bloco carnavalesco Como Raul já dizia e vocalista da banda Cancerianos Sem Lar, tributos à obra de Raul Seixas. Na cena teatral, tem atuação destacada como diretor musical e sonoplasta. Assinou a direção musical dos espetáculos Lampejo, Arragaia, Devorando Heróis e Tempo Temporão, além das sonoplastias de Îandé Tekoha e Orlando. Atuou também em montagens musicais como A Noiva e o Condutor, com canções de Noel Rosa. Atuou e fez direção musical no espetáculo Vão, vencedor do prêmio Amarrações Estéticas. Em 2025 estreou seu primeiro solo teatral, Gato Preto, como ator, diretor musical e co-produtor, dentro do coletivo Trama de Gato, do qual é um dos idealizadores. Ficha técnica Voz e Guitarra: ZéisVioloncelo: Eudênia MagalhãesPercussão: Amanda NunesPercussão: Naiara LopesBaixo: Glauber AlvesTrompete: Gabriel SousaTrombone: Felipe GiffoniSax / Flauta Transversal: Hanry GaelTeclado: Joana LimaBateria: Daniel RebouçasDança-Libras: Clarissa Costa e Jhon MoraisParticipação especial: CaiôArranjos de metais: ZéisFigurino e Projeções: Renata FroanCoordenação técnica: Victor OliveiraLuz: JãoTécnico de PA: Milton WarnerRoadie: CorujaInterprete Libras: Roberto NegãoDireção Geral e Produção executiva: ZéisAssistente: Stephanie PereiraFoto de capa: Anderson SeveroMixado e Masterizado por Victor Oliveira no CABIDI StudioGravado no HUB Cultural Porto Dragão em 31 de outubro de 2024.Selo – Fora da Gaiola ServiçoÁlbum EncruzilhadaDo cantor ZéisData: 31 de outubro de 2025 (sexta-feira)Local: Nas principais plataformas de streaming e no canal do youtube do artista. Com acessibilidade em Libras.Mais informações em @zeis_musica (Instagram e Youtube)