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Com cenografia dançante, Caroline Holanda apresenta espetáculo “Mapas de Voo” no Hub Cultural Porto Dragão

Obra propõe experiência sensorial de coreografias criadas pelo vento a partir da interação de cubos de papel de seda com ventiladores Trazendo as áreas técnicas para a cena e criando um ambiente de contemplação das diversas possibilidades de danças que o vento pode proporcionar, Caroline Holanda apresenta o espetáculo “Mapas de Voo” no Hub Cultural Porto Dragão, equipamento da Secult Ceará gerido em parceria com o Instituto Dragão do Mar. A sessão única ocorre neste sábado (31), às 19h, no Teatro B. de Paiva. Os ingressos custam R$10 (inteira) e R$5 (meia) e estão disponíveis no Sympla e na bilheteria física do teatro. “Mapas de Voo” é um espetáculo de cubos que dançam com o vento. O projeto, fruto da pesquisa da artista, possui uma dramaturgia atípica, na fronteira entre dança, circo e teatro de animação, numa construção cênica visual e cinética que convoca uma relação sensorial no público presente.  “Como uma obra polissêmica, o espetáculo permite diferentes tipos de acessos, sejam eles mais ou menos intuitivos, sensoriais e/ou reflexivos, mas, sobretudo, permite transitar na camada pura da composição dos elementos. Nele, há especial interesse em produzir antes que uma reflexão racional, uma experiência corporal. Experiência de leveza e beleza. De cor, de sons, de movimento”, explica a artista. Com classificação livre, a sessão conta, ainda, com um momento interativo com o público, que pode entrar em cena e tornar-se parte dessas coreografias. A apresentação do espetáculo integra a programação de Ocupação Artística 2025-2026 do Hub Cultural Porto Dragão, programa que visa mapear e apresentar um panorama da produção artística cearense e ocupar com atividades culturais os espaços do equipamento e vizinhança. A presente chamada de Ocupação Artística do Hub Porto Dragão contempla as linguagens de artes integradas, áreas técnicas, circo, cultura popular tradicional, dança, música, performance e teatro. SOBRE CAROLINE HOLANDA É diretora-coreógrafa de coisas, espaços e pessoas. Professora de criação, investigando metodologias de criação a partir dos elementos compositivos e poéticas autorais.  É técnica-criadora. Construtora de cenografias e objetos coreografáveis. Articula as linguagens da dança/circo – sistemas parametrizados de qualidade-de-movimento e de composição; Teatro de Animação – construção, princípios de linguagem e técnicas de atuação; e Tecnologia – mecatrônica e multimedial. Estudou Magie Nouvelle no CNAC (França) e Corpo/Matéria/Movimento e La Marche com Claire Heggen/Théâtre du Mouvement (França). É Técnica em Telecomunicações – IFCE. Graduação em Pedagogia – UECE. Especialização em Teatro de Lambe-Lambe – UNCAL (Argentina), Mestrado em Teatro de Animação-UDESC. Foi docente universitária nos cursos de Teatro da UNIFOR (Universidade de Fortaleza) e do curso de Dança da UFC (Universidade Federal do Ceará). Confira mais informações em: instagram.com/carolmassinha  SOBRE O HUB CULTURAL PORTO DRAGÃO  O Hub Cultural Porto Dragão integra a Rede Pública de Espaços e Equipamentos Culturais do Estado do Ceará (Rece) e tem foco no processo de conexão entre os agentes artísticos e criativos para o desenvolvimento da economia da cultura cearense. Gerido por meio de uma parceria entre Secretaria da Cultura do Ceará e o Instituto Dragão do Mar, realiza e desenvolve atividades de produção de conteúdo, difusão e circulação artística e cultural, atuando no planejamento de ações de formação, conhecimento, profissionalização, fomento, acessibilidade e inovação. É responsável por fomentar a economia criativa entendendo-a como modelos de negócio ou gestão originados de atividades, produtos ou serviços desenvolvidos a partir do conhecimento, criatividade ou capital intelectual com o objetivo de gerar trabalho e renda. Para saber mais sobre os programas e ações desenvolvidas pelo Hub Porto Dragão, acesse: https://hubportodragao.cultura.ce.gov.br/  SERVIÇO Espetáculo “Mapas de Voo”Data: 31 de janeiro (sábado)Horário: 19h Local: Teatro B. de Paiva – Hub Cultural Porto Dragão (Rua Boris, 90c – Centro)Classificação indicativa: LivreIngressos: R$5 (meia) e R$10 (inteira)Vendas: Sympla (https://bileto.sympla.com.br/event/114440) e Bilheteria do TeatroMais informações: @hubportodragao e @carolmassinha

Performance Existem Foto Mateus Falcao scaled

Dragão do Mar e Hub Porto Dragão ocupam a Praia de Iracema no pré-carnaval

A agenda conta com shows, cortejos e o tradicional Bloco Chão da Praça, com Os Transacionais à frente da folia e participações especiais de Mumutante, Josyara, Karina Buhr e muito mais Em 2026, o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura e o Hub Cultural Porto Dragão, espaços da Rede Pública de Equipamentos Culturais da Secretaria da Cultura do Ceará, geridos em parceria com o Instituto Dragão do Mar, se unem mais uma vez para realizar o Pré-Carnaval Território Dragão. A programação especial celebra a folia como expressão artística, espaço de encontro e exercício de cidadania, ocupando a Praia de Iracema como território vivo de festa e participação popular. “Pensar o pré-carnaval a partir do território é reafirmar a cultura como prática coletiva, que fortalece vínculos, memória e pertencimento. O Território Dragão nasce desse desejo de construir uma festa plural, acessível e profundamente conectada com a cidade”, destaca Camila Rodrigues, superintendente do Centro Dragão do Mar. Com início em janeiro, sempre às quintas-feiras, a agenda reúne shows de samba, cortejos de maracatu e a 10ª edição do Bloco Chão da Praça, um dos mais tradicionais da cidade, puxado pelo grupo Os Transacionais, celebrando o carnaval de rua como espaço de diversidade, memória e convivência. A programação começa no dia 22 de janeiro, às 19h, com shows de Junior Panthera & Banda Brasil e Dipas, no Espaço Rogaciano Leite Filho, com acesso gratuito. A noite marca ainda a abertura da Mostra RetroExpectativa, que segue em cartaz até o dia 4 de fevereiro, no Cinema do Dragão. No dia 29 de janeiro, também às 19h, acontece o cortejo do Maracatu Solar, saindo do Pavilhão Atlântico, no Poço da Draga, em direção ao Espaço Rogaciano Leite Filho, que recebe ainda a animação da Caravana Cultural, em mais uma ação gratuita de ocupação do território. Neste dia, também haverá a performance “Existem!”, com Banida Plataforma, integrada à programação em alusão ao Dia da Visibilidade Trans do Hub Cultural Porto Dragão. “Entendemos o carnaval como um momento simbólico de potência de criação, troca e experimentação. Ao integrar essa programação, fortalecemos a conexão entre artistas, comunidade e cidade, ampliando os sentidos do fazer cultural de forma diversificada”, afirma Leo Porto, gestor executivo do Hub Cultural Porto Dragão. Chão da Praça O Bloco Chão da Praça acontece nos dias 5 e 12 de fevereiro, sempre às 18h30, na Praça Verde, com o grupo Os Transacionais à frente da folia. Criado em 2013, o bloco surgiu com a proposta de reunir clássicos carnavalescos ao frescor dos grupos contemporâneos. Desde então, carrega em seu nome uma homenagem a uma das composições mais conhecidas do compositor cearense Fausto Nilo e se consolidou como parte fundamental da folia que antecede os dias oficiais de Carnaval. No dia 5, o bloco recebe as participações especiais de Josyara e Mumutante; já no dia 12, conta com Karina Buhr e Loren Lyse, além de DJ nas duas datas. A programação é destinada a maiores de 16 anos, com entrada mediante a doação de 1kg de alimento não perecível. “O Bloco Chão da Praça é um dos símbolos mais fortes do nosso pré-carnaval porque traduz a essência do carnaval de rua: encontro, diversidade e ocupação democrática do espaço público. Ao longo desses anos, Os Transacionais ajudaram a construir essa trajetória, criando uma relação afetiva com o público e reafirmando o samba e a música brasileira como linguagens vivas no Dragão do Mar”, finaliza Camila Rodrigues. Programação: 22 de janeiro, quinta-feira | 19hShows de Junior Panthera & Banda Brasil e DipasLocal: Espaço Rogaciano Leite FilhoEntrada gratuita 29 de janeiro, quinta-feira | 19hCortejo do Maracatu SolarSaída: Pavilhão Atlântico (Poço da Draga)Chegada: Espaço Rogaciano Leite FilhoPerformance “Existem!” de Banida Plataforma e show da Caravana CulturalEntrada gratuita 5 e 12 de fevereiro, quintas-feiras | 18h30 Bloco Chão da PraçaCom Os TransacionaisParticipações:– Dia 5: Josyara e Mumutante– Dia 12: Karina Buhr e Loren LyseLocal: Praça VerdeClassificação indicativa: 16 anosEntrada mediante doação de 1kg de alimento não perecível

Palafita por Natalia Garcia 2

Comemorando 20 anos de existência, Grupo Fuzuê faz temporada no Hub Cultural Porto Dragão com dois espetáculos

Com apresentações em dois finais de semana, coletivo circense encena os espetáculos “Palafita” e “Canil”, com três sessões cada Iniciando a celebração de duas décadas de atividades ininterruptas, o Grupo Fuzuê ocupa o Teatro B. de Paiva para apresentações de dois projetos que marcam a história do coletivo circense. De 16 a 18 de janeiro, o grupo apresenta o espetáculo “Palafita”, enquanto nos dias 23, 24 e 25 de janeiro, é a vez do espetáculo “Canil”. As sessões ocorrem nas sextas e sábados, às 19h, e nos domingos, às 18h. Os ingressos custam R$20 (inteira) e R$10 (meia), disponíveis no Sympla e na bilheteria física do Hub Cultural Porto Dragão, equipamento da Secult Ceará gerido em parceria com o Instituto Dragão do Mar. As apresentações das sextas-feiras contam com acessibilidade em Libras. Destaque no primeiro final de semana da temporada, “Palafita” é um espetáculo circense, estreado em 2013, a partir de uma proposição imagética que parte das modalidades acrobáticas do mão a mão e da parada de mãos. Composto por dois artistas em cena, o espetáculo é um conteúdo de suspensões. Com admissões de risco, peso e daquilo que ele contém, assimila as possibilidades de ocupação do espaço entre os corpos, friccionando a construção de novas formas de habitação. A sustentação do corpo sobreposto se dá pela busca de eixos estáveis, remetendo à imagem dos casebres lacustres que conhecemos por palafitas que se erguem em lagos e regiões pantanosas como estratégia de se habitar um espaço. O segundo final de semana traz “Canil”, espetáculo que estreou em 2017 e que aborda o conceito de violência simbólica, que se dá de maneira invisível e que se impõe através da naturalização das relações de submissão e de legitimidade do pensamento dominante. A pesquisa do espetáculo participou do segundo Laboratório de Dança da Escola Porto Iracema das Artes, também espaço da Rede Pública de Equipamentos Culturais da Secult Ceará, intitulado “Um corpo sob suspeita”. No processo investigativo da pesquisa coreográfica, foi recortado a imagem de um sujeito numa ação de revista policial e, com essa provocação, questões foram levantadas sobre quais as relações de poder imbricadas nessa ação invasiva.  As apresentações integram a programação de Ocupação Artística 2025-2026 do Hub Cultural Porto Dragão, programa que visa mapear e apresentar um panorama da produção artística cearense e ocupar com atividades culturais os espaços do equipamento e vizinhança. A presente chamada de Ocupação Artística do Hub Porto Dragão contempla as linguagens de artes integradas, áreas técnicas, circo, cultura popular tradicional, dança, música, performance e teatro. SOBRE O GRUPO FUZUÊ O grupo Fuzuê, representado juridicamente pela associação Artelaria Produções, atua artisticamente no estado do Ceará desde 2006, sistematizando atividades corporais de pesquisas, experimentações, estudos práticos e teóricos na linguagem do Circo e da Dança. Nesses vinte anos de atuação, o coletivo circense tem se destacado através de seu repertório artístico, atuação na área de formação em circo, por meio de cursos e oficinas permanentes, e consequente inserção de novos criadores na cidade de Fortaleza e no estado do Ceará. Essa trajetória é também pontuada por diversos prêmios e intercâmbios de criação e formação. Nas pesquisas artísticas do Grupo Fuzuê, a técnica circense é o principal motor da criação. Através de exercícios de composição e treinos, o grupo busca, além de uma disciplina referente ao fazer circense, desvendar e desafiar seus constrangimentos e questões particulares, problematizando a técnica por meio de um conhecimento profundo sobre ela. O desenvolvimento e realização de produtos artísticos nessa linguagem têm sido a principal investigação e desafio cotidiano do trabalho coletivo do grupo. SOBRE O HUB CULTURAL PORTO DRAGÃO  O Hub Cultural Porto Dragão integra a Rede Pública de Espaços e Equipamentos Culturais do Estado do Ceará (Rece) e tem foco no processo de conexão entre os agentes artísticos e criativos para o desenvolvimento da economia da cultura cearense. Gerido por meio de uma parceria entre Secretaria da Cultura do Ceará e o Instituto Dragão do Mar, realiza e desenvolve atividades de produção de conteúdo, difusão e circulação artística e cultural, atuando no planejamento de ações de formação, conhecimento, profissionalização, fomento, acessibilidade e inovação. É responsável por fomentar a economia criativa entendendo-a como modelos de negócio ou gestão originados de atividades, produtos ou serviços desenvolvidos a partir do conhecimento, criatividade ou capital intelectual com o objetivo de gerar trabalho e renda. Para saber mais sobre os programas e ações desenvolvidas pelo Hub Porto Dragão, acesse: https://hubportodragao.cultura.ce.gov.br/  SERVIÇO Ocupação Grupo Fuzuê 20 anos Espetáculo “Palafita”Datas: 16, 17 e 18 de janeiroHorários: 19h (sexta e sábado) e 18h (domingoLocal: Teatro B. de Paiva – Hub Cultural Porto Dragão (Rua Boris, 90c – Centro)Classificação indicativa: LivreAcessível em Libras na sexta-feira (16)Ingressos: R$10 (meia) e R$20 (inteira)Vendas: Sympla (https://bileto.sympla.com.br/event/114332) e Bilheteria do Teatro Espetáculo “Canil”Datas: 23, 24 e 25 de janeiroHorários: 19h (sexta e sábado) e 18h (domingo)Local: Teatro B. de Paiva – Hub Cultural Porto Dragão (Rua Boris, 90c – Centro)Classificação indicativa: 18 anosAcessível em Libras na sexta-feira (23)Ingressos: R$10 (meia) e R$20 (inteira)Vendas: Sympla (https://bileto.sympla.com.br/event/114333) e Bilheteria do Teatro Mais informações: @hubportodragao e @grupo_fuzue

Vovo do Reggae Reggae de Canoa Divulgacao

Apresentando fazedores de cultura do Ceará, Hub Cultural Porto Dragão lança 7ª temporada da série documental Nós no Batente 

Com oito episódios gravados em seis municípios, nova temporada percorre o Ceará de leste a oeste e reforça interiorização da política pública cultural feita pela Secult Ceará O Hub Cultural Porto Dragão, espaço da Rede Pública de Equipamentos Culturais da Secretaria da Cultura do Ceará, gerido em parceria com o Instituto Dragão do Mar, lança, a partir de 13 de janeiro (terça-feira), a sétima temporada do Nós no Batente, série documental que apresenta artistas, agentes culturais e coletivos do Ceará que representam a potencialidade do viver da arte. Gravada em Uruoca, Jijoca de Jericoacoara, Acaraú, Beberibe, Aracati e Icapuí, a nova temporada viaja de leste a oeste no estado, entre as tradições de territórios, a cultura popular, o artesanato, a música, a moda, a pesca artesanal e outras expressões que impactam toda uma região. Acessíveis em Libras e com audiodescrição, os episódios são lançados às terças e quintas-feiras, ao meio-dia, no canal do YouTube do Hub Porto Dragão. Com a nova temporada, a série chega à marca de 70 episódios lançados, trazendo um recorte da diversidade cultural cearense e apresentando potências da economia criativa de todas as regiões do estado. “Já percorremos 23 municípios, apresentando histórias e saberes de quem está atuando na cultura e movimentando a economia criativa da região. Desta forma, conseguimos mostrar a importância da cultura para a economia cearense e ainda potencializar novas referências no estado”, explica Leo Porto, gestor executivo do Hub Cultural Porto Dragão. E para celebrar o lançamento da nova temporada, o Hub Porto Dragão realizou duas sessões de pré-estreia em territórios que foram visitados nesta edição da série. As exibições, gratuitas e abertas ao público, ocorreram nos dias 9 e 11 de janeiro, em Uruoca e Icapuí, com a presença dos protagonistas dos episódios, além de apresentações artísticas. “Voltar em alguns desses territórios para fazer o lançamento do programa presencialmente também é uma forma de valorizar o trabalho feito em cada uma dessas localidades”, finaliza o gestor. Sidnéia e Seu Dedé, personagens da 7ª temporada da série, na pré-estreia em Icapuí | Foto: Pedro Vinícius Criada em 2020, a série documental busca celebrar e refletir sobre a pluralidade do viver de arte e o seu impacto nas comunidades. “O ‘Nós no Batente’ é um projeto que reflete muito bem a política pública que desenvolvemos na cultura do Ceará, levando o recurso até os territórios, mostrando que a cultura é uma potência da economia cearense em todas as suas regiões. Além de construir uma memória cultural cearense, queremos que o público conheça esses personagens e seus trabalhos, consumam as suas criações e que isso gere ainda mais oportunidades de trabalho e renda”, afirma Luisa Cela, secretária da Cultura do Ceará. CONHEÇA OS PERSONAGENS DA 7ª TEMPORADA Mestra Niura (Uruoca): É Mestra da Cultura Popular uruoquense, contribuindo de forma significativa nos setores de artesanato e danças populares através do reisado e da Associação dos Artesãos de Uruoca. Tem qualificação CeArt nas categorias de crochê, fios e trançado, além de atuar como presidente da Associação dos Artesãos de Uruoca. Dona Aurora (Acaraú): É referência comunitária e guardiã de saberes ancestrais do artesanato em palha, aprendidos com mulheres de sua família desde a infância. Hoje, coordena um grupo de 15 artesãs em Curral Velho, zona rural de Acaraú, mantendo viva a criação coletiva, a memória e a resistência cultural do território. Seu Dedé (Icapuí): Dedé de Zé de Liliza é mestre da carpintaria e referência cultural de Icapuí, criador de embarcações e projetos que preservam a memória e a identidade da comunidade. Sidnéia da Silva (Icapuí): Conhecida como “Mulher Lagosta”, é pescadora de alto-mar, especialista na pesca da lagosta e moradora da Praia Redonda, em Icapuí. Em uma profissão historicamente masculina, ela ocupa com coragem e competência um lugar de protagonismo, enfrentando as adversidades da vida no mar e os preconceitos de gênero com determinação. Reggae de Canoa Quebrada (Aracati): É um movimento cultural que articula música, identidade e território. A partir do reggae, reúne diferentes vozes da comunidade em torno da afirmação cultural, da vida coletiva e da relação com o mangue e o litoral. Quilombo do Cumbe (Aracati): É uma organização comunitária de pescadores e pescadoras do mangue de Aracati. Formalizada em 2012 e certificada como quilombo em 2014, atua na afirmação da identidade quilombola, na pesca artesanal, na agricultura familiar, no artesanato, no turismo comunitário e na defesa do território e do meio ambiente. Elvisa Marciano (Jijoca de Jericoacoara): É artesã de Jericoacoara, referência no crochê tradicional e no fortalecimento das mulheres e do artesanato local. Evandro Vieira (Beberibe): É produtor e articulador cultural no Litoral Leste do Ceará. Pesquisador da cultura popular, também produz vídeos e documentários sobre a temática e sobre patrimônio imaterial. É consultor de turismo cultural, rural e cultura alimentar. Também é temperista e trabalha com movimento de dramas na casa das Dramistas. SOBRE O NÓS NO BATENTE A série documental “Nós no Batente” é uma idealização e realização do Governo do Ceará, por meio da Secretaria da Cultura e do Hub Cultural Porto Dragão, espaço da Rede Pública de Equipamentos Culturais do Ceará (Rece), gerido em parceria com o Instituto Dragão do Mar (IDM).  Criada em 2020, diante da adversidade da pandemia de Covid-19, a websérie busca celebrar e refletir sobre a pluralidade do viver de arte. Até 2025, foram produzidos e lançados 62 episódios, divididos em seis temporadas, apresentando grupos e artistas de arte e cultura do Ceará, suas histórias, perspectivas e trajetórias. SOBRE O HUB CULTURAL PORTO DRAGÃO  O Hub Cultural Porto Dragão integra a Rede Pública de Espaços e Equipamentos Culturais do Estado do Ceará (Rece) e tem foco no processo de conexão entre os agentes artísticos e criativos para o desenvolvimento da economia da cultura cearense. Gerido por meio de uma parceria entre Secretaria da Cultura do Ceará e o Instituto Dragão do Mar, realiza e desenvolve atividades de produção de conteúdo, difusão e circulação artística e cultural, atuando no planejamento de ações de formação, conhecimento, profissionalização, fomento, acessibilidade e inovação. É responsável

Inacabado Foto Diego Sousa 1

Grupo Bagaceira abre programação de 2026 do Hub Cultural Porto Dragão com temporada do espetáculo “Inacabado”

Serão seis apresentações realizadas entre os dias 8 e 11 de janeiro (quinta a domingo), com sessões duplas no fim de semana; Grupo também realiza uma desmontagem do espetáculo no dia 9 (sexta-feira) De quinta-feira a domingo, o Grupo Bagaceira de Teatro ocupa o Teatro B. de Paiva com seis sessões do espetáculo “Inacabado”. A temporada conta com apresentações nos dias 8 e 9 de janeiro (quinta e sexta), às 19h, e 10 e 11 de janeiro (sábado e domingo), às 18h (primeira sessão) e 20h (segunda sessão). Os ingressos custam R$30 (inteira) e R$15 (meia) e estão disponíveis no Sympla e na bilheteria física do Hub Cultural Porto Dragão, equipamento da Secult Ceará gerido em parceria com o Instituto Dragão do Mar. Além das apresentações, o grupo também oferece uma atividade formativa no dia 9 (sexta-feira), às 15h, no Teatro B. de Paiva. Será realizada uma desmontagem cênica que compartilha com o público os bastidores do processo de criação do espetáculo e revisita a trajetória de 25 anos do Grupo Bagaceira. A atividade se configura como um bate-papo aberto, no qual o coletivo disseca a construção da obra (sua estrutura, escolhas estéticas e elementos de cena), ao mesmo tempo em que reflete sobre seus modos de criação, produções e permanência enquanto grupo de teatro no contexto contemporâneo. Um espaço de escuta e troca, voltado ao compartilhamento de experiências, questões de autoria, coletividade e os desafios do fazer teatral hoje. A participação é gratuita e aberta ao público, sem necessidade de inscrição prévia. As atividades integram a programação de Ocupação Artística 2025-2026 do Hub Cultural Porto Dragão, programa que visa mapear e apresentar um panorama da produção artística cearense e ocupar com atividades culturais os espaços do equipamento e vizinhança. A presente chamada de Ocupação Artística do Hub Porto Dragão contempla as linguagens de artes integradas, áreas técnicas, circo, cultura popular tradicional, dança, música, performance e teatro. ESPETÁCULO “INACABADO” Em cena, um grupo de teatro sobe ao palco para estrear uma peça que não ficou pronta. Diante do impasse, a apresentação desvia para um caminho imprevisível. No lugar de um espetáculo acabado e polido, o público é arrastado para um devaneio artístico — um mergulho nos bastidores do processo, repleto de tentativas, tropeços e suposições sobre o que a peça poderia vir a ser.  Em Inacabado, os integrantes do Grupo Bagaceira são personagens de si mesmos, conduzindo um jogo cênico que se dá entre realidade e ficção, revelando as dúvidas, conflitos e angústias que permeiam a criação de um espetáculo e, por que não, a própria vida. Entre tentativas de improvisação, cenas interrompidas e discussões, o grupo explora o inacabamento não como falha, mas como potência.  Atravessada por memórias afetivas dos próprios artistas e do grupo, a peça vai se equilibrando entre o trágico e o cômico, com autoironia, humor e a honestidade brutal de quem vive do e para o teatro. Em tempos marcados pela lógica neoliberal, que exige produtividade e soluções rápidas dentro e fora da arte, Inacabado provoca o público a habitar o processo e apostar na reinvenção da vida e do mundo. Desenvolvido no Laboratório de Teatro da Escola Porto Iracema das Artes, escola de formação e criação artística da Secretaria da Cultura do Ceará, “Inacabado” contou com a valiosa interlocução de Marcio Abreu, diretor e dramaturgo da Cia Brasileira de Teatro. Parte da pesquisa foi realizada com apoio do 13º Edital Ceará das Artes, da Secult Ceará, e do Edital para as Artes – Lei Paulo Gustavo, da Secult Fortaleza. Ficha Técnica Dramaturgia e Direção: Rafael MartinsElenco: Débora Ingrid, Isabella Cavalcanti, Rafael Martins, Ricardo Tabosa e Tatiana AmorimInterlocução artística: Marcio AbreuParticipações especiais: Fernando Barbosa e Teodora AmorimDireção de arte: Natália ParenteTrilha sonora original: Ayrton Pessoa BobIluminação: Tatiana AmorimPreparação corporal: Débora IngridDireção de montagem e operação de luz: Ciel CarvalhoOperação de som e de projeção: Jotacílio MartinsDireção de produção: Isabella CavalcantiComunicação: Ricardo TabosaDesign gráfico: Rafael VianaApoio: Casa da Esquina e Porto Iracema das ArtesRealização: Grupo Bagaceira de Teatro GRUPO BAGACEIRA: ENTRE MEMÓRIA E REINVENÇÕES, 25 ANOS DE EXISTÊNCIA O Grupo Bagaceira é um coletivo de teatro experimental que, através de espetáculos autorais, construiu uma linguagem peculiar. Misturando referências plurais de forma inusitada, o Bagaceira conseguiu associar suas provocações conceituais a uma comunicação potente, conquistando, assim, o respeito de público e crítica. Desde o surgimento, em 2000, o grupo mantém uma produção intensa, construindo um repertório diversificado – com peças para público adulto e infantil e para palco, rua e espaços alternativos – que se mantêm em atividade por diversos anos.  Sediado em Fortaleza, na Casa da Esquina, o Bagaceira divide sua agenda de viagens, ensaios e compromissos com o tempo para a livre criação, de onde podem surgir novas ideias, textos, cenas e até mesmo projetos em outras áreas, ultrapassando a fronteira entre o teatro e outras linguagens. Com mais de 15 espetáculos e 4 obras audiovisuais, o Grupo Bagaceira é um dos mais representativos coletivos da cena nacional e já circulou pelas principais programações teatrais do país e com incursões também no exterior.  “Inacabado” marca um novo ciclo para o Grupo Bagaceira, sendo a primeira estreia após a morte do integrante e fundador Rogério Mesquita. “Completando 25 anos de trajetória em 2025, decidimos olhar para nós mesmos e encarar tudo o que já foi construído, mas também, principalmente, o que há de perspectivas. Diante do luto e da crise, questionamo-nos sobre a continuidade do grupo e optamos por seguir, reconfigurar rotas e fortalecer-nos diante dos desafios do trabalho com teatro no Brasil. A pesquisa parte desse desejo de vitalidade e renovação: mergulhar na sala de ensaio, experimentar, erguer novas peças. Retomar um Bagaceira vivo, potente e autoral; resgatar em nós e no público a capacidade de imaginar e reinventar o mundo”, explica o grupo. SOBRE O HUB CULTURAL PORTO DRAGÃO  O Hub Cultural Porto Dragão integra a Rede Pública de Espaços e Equipamentos Culturais do Estado do Ceará (Rece) e tem foco no processo de conexão entre os agentes artísticos e criativos para o

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De 18 a 20 de dezembro: 2º Festival Ceará da Diversidade acontece no Centro Dragão do Mar, no Hub Cultural Porto Dragão e na Escola Porto Iracema das Artes

Com o tema “Vida em movimento, orgulho que sustenta”, o festival une cultura, cidadania e formação para fortalecer políticas públicas voltadas à população LGBTI+. Realizado pelo  Governo do Ceará, por meio da Sediv e da Secult, o acesso é gratuito com programação disponível no perfil  @diversidadece Fortaleza vai celebrar a diversidade, a inclusão e o protagonismo da população LGBTI+ no 2º Festival Ceará da Diversidade, realizado pelo Governo do Ceará, por meio da Secretaria da Diversidade (Sediv) e da Secretaria da Cultura (Secult), em parceria com Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, o Hub Cultural Porto Dragão, a Escola Porto Iracema das Artes e o Instituto Dragão do Mar (IDM), que acontecerá de 18 a 20 de dezembro. A programação acontece nestes três espaços que integram a Rede Pública de Espaços Culturais da Secult Ceará e reúne ações dedicadas ao fortalecimento de políticas públicas voltadas à população LGBTI+, seminários, oficinas, feira de empreendedorismo, shows, performances, ballroom, DJs, desfiles, literatura e cinema. O acesso é gratuito e como gesto de solidariedade, o evento incentiva a doação de 1kg de alimento não perecível, que será destinado ao programa Ceará Sem Fome. Com o tema “Vida em movimento, orgulho que sustenta”, o festival busca consolidar-se enquanto evento político-cultural-formativo sobre diversidade de gênero e sexualidade no Estado do Ceará e ampliar espaços de diálogo e fortalecer a presença da comunidade na vida pública, reafirmando sua contribuição para a construção de uma sociedade mais justa, plural e comprometida com os direitos LGBTI+.  Em sua primeira edição, realizada em 2024, o Festival tornou-se um dos maiores encontros de diversidade do Estado. Em 2025, o evento amplia seu público, seus espaços e suas atividades, se reafirmando como um espaço de celebração, diálogo, respeito, memória e orgulho. A iniciativa reconhece e valoriza as múltiplas formas de existir e resistir que compõem a diversidade cearense, conectando artistas, coletivos, empreendedores, movimentos sociais, gestores e o público em geral.  AÇÕES ESTRUTURANTES E ECONÔMICAS O 2º Festival Ceará da Diversidade inicia na quinta-feira (18), no auditório do Centro Dragão do Mar, com ações estruturantes para a construção de políticas públicas transformadoras e valorização das múltiplas expressões culturais da comunidade LGBTI+. Entre os destaques, a instalação da Comissão Estadual Intergestores da Política LGBTI+, que terá primeira reunião restrita a gestores municipais e convidados na quinta-feira, às 9h, no auditório do Dragão do Mar. Outro momento de destaque desta edição é o Seminário Estadual de Enfrentamento à LGBTIfobia no futebol, no mesmo local, às 13h, atividade aberta ao público. O Seminário será um momento de debate com especialistas, gestores públicos, representantes da sociedade civil e pessoas interessadas em esporte e promover a inclusão e a diversidade no meio esportivo. A programação contará com uma apresentação teatral do grupo Falando Portugays. À noite, às 18h, ocorrerá o Encontro Cearense de Organizadores de Paradas LGBTI+. Realizado pelo Grupo de Resistência Asa Branca (Grab) em parceria com a Sediv, o encontro abordará o impacto das Paradas da Diversidade na valorização cultural, no fortalecimento do turismo e na dinamização da economia LGBTI+, destacando como esses eventos contribuem para a visibilidade, inclusão e desenvolvimento social. A atividade é aberta ao público. ABERTURA OFICIAL A Praça Verde do Centro Dragão do Mar, que sedia boa parte da programação artística, vai receber a abertura oficial do 2º Festival Ceará da Diversidade – “Vidas em movimento, orgulho que sustenta”. Marcado para dia 19 às 20h, o momento contará com a presença de representantes da Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, órgão do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) do Brasil,  de Bruna Benevides, presidenta da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA) e demais autoridades. NOS PALCOS: DJs E SHOWS  Na Praça Verde, o 2º Festival Ceará da Diversidade recebe atrações cearenses e nacionais que celebram a diversidade e o protagonismo LGBTI+, evidenciando a arte como expressão de resistência, inclusão e cidadania, e reforçando o compromisso do evento com a visibilidade e o reconhecimento dos talentos LGBTI+ em todo o país. Na noite de sexta-feira, tem discotecagem com DJ Silas e Coletivo Numalaje e dois grandes shows. Às 19h, a artista cearense Camaleoa convida Mumutante, Carú Lina, Fabiano Brandão e Di Ferreira. Fechando a noite, o palco é da artista paraense Jaloo. No sábado, Ballroom Diversity abre a programação às 16h. A atividade, em parceria com o movimento Ballroom, promove a valorização da cultura LGBTI+ e destacando a arte, a performance e a expressão como formas de resistência, empoderamento e construção de identidade. DJ Bugzinha abre o som na Praça Verde às 17h30, que terá também discotecagem e intervenção artística com DJ Nanny Seven, Supremmas e Coletivo Divas. Dois shows também acontecem na noite. Às 19h30, Suzy Navarro convida Iara Pamella, Aline Mel e Makem. Encerrando a 2ª edição do Festival, a atração no palco da Praça Verde é o pernambucano Romero Ferro. FEIRA DE EMPREENDEDORISMO LGBTI+ Na sexta-feira (19) e no sábado (20) o festival inicia com a Feira de Empreendedorismo LGBTI+, espaço dedicado ao protagonismo econômico da comunidade, que acontecerá na Praça Verde do Dragão do Mar. Com foco na geração de renda, visibilidade e autonomia econômica, a Feira reunirá 15 empreendedores mapeados pelo Comitê de Empregabilidade e Empreendedorismo LGBTI+, trazendo peças únicas, produtos autorais e iniciativas da economia criativa. A curadoria integra diversidade estética, inovação, sustentabilidade e representatividade, reforçando a potência criativa que movimenta o Ceará. Além dos expositores, o espaço contará com estandes de oportunidades de emprego, em parceria com a Secretaria do Trabalho, SINE/IDT, ativações institucionais e serviços do Ceará Credi, ampliando o acesso a crédito, qualificação e orientação para pequenos negócios. Haverá também uma área gastronômica, fortalecendo o ecossistema de empreendedorismo local e incentivando o consumo de iniciativas da comunidade. PROGRAMAÇÃO   DIA 18 – QUINTA-FEIRA 9h – 12h | Auditório do Centro Dragão do MarI Reunião da Comissão Estadual Intergestores da Política LGBTI+Apresentação artística: Stefany MendesPúblico: gestores municipais e convidados 13h – 17h | Auditório do Centro Dragão do MarSeminário Estadual de Enfrentamento à LGBTIfobia no futebol, com  presença

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CIA DE DANÇA DE ITAPAJÉ APRESENTA TEMPORADA DO ESPETÁCULO “E  O QUE RESTA SOU EU” NO HUB CULTURAL PORTO DRAGÃO

A Cia de Dança de Itapajé, um dos grupos de referência na arte da Dança do Ceará, retorna a Fortaleza com o espetáculo “E o Que Resta Sou Eu”. A temporada de apresentações acontecerá nos dias 12, 13, 19 e 20 de dezembro, às 19h; e nos dias 14 e 21 de dezembro, às 18h, no Teatro B. de Paiva, do Hub Cultural Porto Dragão. O espetáculo é livre para todos os públicos e conta com acessibilidade em Libras na sessão das sextas-feiras. Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia) podem ser adquiridos na bilheteria do Hub ou online pelo site Sympla. Sinopse do espetáculo“E o Que Resta Sou Eu” revela a trama de dois passageiros em uma jornada para se libertarem de suas bagagens e, finalmente, sentirem-se livres. em um cenário atemporal, eles embarcam em uma atmosfera que circula pelas estações do tempo, através de trilhos que se deslocam, visitam memórias da infância e se questionam sobre o que irá restar quando finalmente a bagagem for esvaziada? os trilhos, como memórias, fluem e se entrelaçam, carregando consigo um emaranhado de histórias e vivências que são compartilhadas a partir do corpo. trabalhando com a ficção, a obra aborda de maneira sensível temas sociais, convidando o público a refletir sobre as bagagens que todos carregam em suas próprias jornadas. FICHA TÉCNICAElenco: Igor Lira e Filipe EvansDireção: Rafael AbreuDireção de produção: Cleber AlvesTexto e dramaturgia: Filipe EvansCenário e desenho de luz: Rafael AbreuTrilha sonora original: Aihady SandmyVoz do prólogo: Nuno CoelhoFigurino: Bruno MatosMaquiagem: Emanuel GomesAssistente de produção: Edvaldo SouzaAssessoria de imprensa: Joanice SampaioFotos: Késsia Nascimento Cia de Dança de Itapajé – Trajetória e AtuaçãoA Cia de Dança de Itapajé, sob a direção artística do professor e bailarino Cleber Alves, tem se consolidado como um importante núcleo de formação e difusão da dança no município de Itapajé, Ceará. Desde sua fundação em 2013, a companhia vem promovendo a valorização da cultura local e a formação de jovens talentos por meio da dança contemporânea, ao longo desses 12 anos de atuação. A Cia de Dança de Itapajé, tem participado de diversos festivais, mostras e encontros artísticos, levando a identidade cultural do interior cearense a diferentes públicos, com suas diferentes obras, fruto de intensos trabalhos de pesquisa. A atuação da companhia não se restringe apenas ao palco. A Cia também desenvolve ações pedagógicas e sociais, como oficinas, cursos e projetos voltados para a inclusão e democratização do acesso à dança. Esses projetos têm sido fundamentais para o fortalecimento da cena artística local e para a formação de novos bailarinos, incentivando a continuidade e renovação da arte no município. A Cia de Dança de Itapajé, com sua trajetória marcada pela resistência e inovação, segue reafirmando o poder transformador da arte e da dança na vida das pessoas. ServiçoCia de Dança de Itapajé – Espetáculo “E o Que Resta Sou Eu”Datas: 12, 13, 14, 19, 20 e 21 de dezembroHorário: 19h (sextas e sábados) e 18h (domingos)Local: Teatro B. de Paiva – Hub Cultural Porto Dragão (Rua Boris, 90c – Centro. Fortaleza, CE)Duração: 40 minutosClassificação indicativa: LivreAcessível em Libras nas sextas-feirasIngressos: R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia) Vendas: Sympla e Bilheteria do Teatro (funcionamento: de terça a sexta-feira, das 14h às 17h, e no dia do evento até 15 minutos antes do início da apresentação) Informações: Instagram @ciadeitapaje

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Secult Ceará recebe mais de 70 atividades formativas gratuitas do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil (MICBR)

Hub Porto Dragão, Escola Porto Iracema das Artes, BECE e Centro Dragão do Mar, espaços públicos da Secult Ceará, fortalecem programação formativa do evento promovido pelo Ministério da Cultura e correalizado pelo Governo do Ceará De 4 a 6 de dezembro, quatro espaços da Rede Pública de Equipamentos Culturais da Secretaria da Cultura do Ceará, geridos em parceria com o Instituto Dragão do Mar, recebem a programação formativa do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil (MICBR), um dos maiores eventos de economia criativa da América Latina. Serão 77 atividades ofertadas gratuitamente, entre painéis de mercado, palestras e oficinas para diversos segmentos criativos. Para participar, as pessoas interessadas devem realizar seu credenciamento do evento a partir do dia 3 de dezembro, às 15h, no stand de recepção de público localizado no Centro Dragão do Mar, próximo ao Hub Porto Dragão. As atividades ocupam espaços já reconhecidos no cenário cultural local por desenvolverem programas de formação e fortalecimento da economia da cultura cearense, frutos da política pública feita pela Secretaria da Cultura. Serão 33 atividades realizadas no Hub Cultural Porto Dragão, 23 na Escola Porto Iracema das Artes, nove na Biblioteca Pública Estadual do Ceará (Bece) e 12 no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura ocorrendo paralelamente durante três dias do evento, que está realizando a sua maior edição. “A Cultura é vetor de desenvolvimento econômico e o Governo do Ceará vem colocando a pasta cada vez mais na centralidade política. Para pensarmos em desenvolvimento de mercado, criação de novas oportunidades, é preciso investir em formação e qualificação profissional. Por isso, este eixo do MICBR se sintoniza tão bem com os espaços públicos culturais da Secult Ceará que atuam com formação e conhecimento, como a Escola Porto Iracema das Artes, o Hub Porto Dragão, a BECE e o Centro Dragão do Mar”, contextualiza a secretária Luisa Cela. Entre os destaques estão palestras que abordam temas essenciais da economia criativa contemporânea como o poder das narrativas, criatividade e território; sustentabilidade e futuro da cultura; inovação e convergência midiática; impacto social das artes; modelos de criação e circulação; e as transformações tecnológicas que moldam o mercado cultural. Os debates trazem perspectivas diversas de pesquisadores, gestores, criadores e especialistas de diferentes segmentos criativos. Os painéis de mercado aprofundam assuntos que vão de dados e inteligência cultural à economia do patrimônio, IA e blockchain nas artes, globalização e streaming, gestão sustentável, jogos digitais, direitos autorais, moda autoral, territórios criativos, gastronomia e saberes tradicionais, economia criativa afro, clima e cultura, internacionalização e muito mais. MICBR+Ibero-América Realizado em Fortaleza (CE), de 3 a 7 de dezembro, o MICBR+Iberoamérica combina atividades de formação — mentorias, oficinas, palestras e mesas redondas — com oportunidades de negócios, como rodadas, apresentações de projetos, showcases e momentos de networking. A iniciativa celebra a força da cultura brasileira e reafirma o papel estratégico da economia criativa no desenvolvimento sustentável, na integração regional e na valorização da diversidade cultural. A edição 2025 é uma realização do Ministério da Cultura, correalização da Organização de Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI), do Governo do Estado, por meio da Secult Ceará, e Prefeitura de Fortaleza, por meio da Secultfor. PROGRAMAÇÃO ATIVIDADES FORMATIVAS (Gratuitas e abertas ao público) *Espaços sujeitos a lotação *sujeita a alterações 4 de Dezembro | Quinta-feira Atividade oficina: “Articulação e intersetorialidade entre Cultura e Educação Fundação Itaú” Local: Biblioteca Pública Estadual do Ceará (Bece) – Sala Multiuso 01 e 02 Atividade Painel de Mercado: “A cultura como eixo de cooperação Ibero-americana” Local: Cinema do Dragão – Sala 01 Convidados: Raphael Callou / Márcio Tavares / Luisa Cela Mediação: Antônia Pelegrino Atividade Painel de Mercado: “Aprender a ler para ensinar meus camaradas: formação e qualificação em economia criativa” Local: Hub Porto Dragão – Teatro B. Paiva Convidados: João Alegria / Rejane Menezes / Fabián Sánchez Molina / Norma Marina Díaz Gómez Mediação: Rafael Fontes Atividade Painel de Mercado: “Blockchain e IA no mercado de arte” Local: Escola Porto Iracema das Artes – Sala A2 Convidados: Vinícius Fernandes Villela / Byron Mendes / Monique Lemos Mediação: Flor Pimentel  Atividade Painel de Mercado: “Gestão sustentável do patrimônio cultural: modelos e estratégias” Local: Escola Porto Iracema das Artes – Auditório Convidados: Marcelo Velloso / Aretha Galego / Renata da Silva Cardoso / Alicia Baroni Bethancourt Mediação: Cecilia Sá Atividade Painel de Mercado: “Dados que movem a cultura: observatórios, pesquisas, políticas e inteligência de mercado” Local: Hub Porto Dragão – Sala de Dança Flávio Sampaio Convidados: Manuela Miranda Paixão / Jader Rosa / Luiz Gustavo / Helena Barbosa / Renata Passos Mediação: Julia Zardos Atividade Painel de Mercado: “O desafio da reforma tributária para a economia criativa brasileira” Local: Hub Porto Dragão – Sala de Dança Flávio Sampaio Convidados: Daniella Galvâo / João Nobre / André Brayner Mediação: Carlos Paiva Atividade Painel de Mercado: “Economia Criativa Afro: modelos, territórios e futuro” Local: Escola Porto Iracema das Artes- Sala A2 Convidados: Daniel Manjarrés / Pérola de Oyá / Nelson Mendes Mediação: Adriana Barbosa Atividade Painel de Mercado: “Patrimônio, território e turismo criativo” Local: Hub Porto Dragão – Teatro B. Paiva Convidados: Clarisse Fraga / Sergio Sobreira / Galo Sandoval Mediação: Elisa Guimarães Atividade Painel de Mercado: “Videogame como exportador da cultura brasileira” Local: Biblioteca Pública Estadual do Ceará (Bece) – Sala Multiuso 01 e 02 Convidados: Vitor Severo Leães / Filipe Pereira / João Brant Mediação: Patricia Sato Atividade Painel de Mercado: “Como a Cultura pode mudar o clima (para melhor!)” Local: Hub Porto Dragão – Sala 8 Convidados: Leonardo Menezes / Eduardo Carvalho / Alexia Ferreira Mediação: Carlos Paiva Atividade Painel de Mercado: “Cultura em fluxo: globalização, plataformas de streaming e a nova economia do audiovisual – como a convergência entre cinema, televisão e plataformas redefine produção, distribuição e internacionalização” Local: Hub Porto Dragão – Sala de Dança Flávio Sampaio Convidados: Phil Carrasco / João Fonseca / Thais Colli / Maria Eugenia Vidal Mediação: Guilherme Ravache Atividade Painel de Mercado: “Planos de Cultura e Direitos Culturais” Local: Cinema Dragão – Sala 1

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Artista cearense Sy Gomes expõe Outdoors Reinventados na Nuit Blanche Toronto, um dos principais festivais de arte pública da América do Norte

A obra “See Me From a Distance: Travesti Billboards / Me Vejam de Longe: Outdoors Travesti…” foi destaque no festival canadense, reafirmando a atuação da artista como militante da identidade “Travesti Viva!” A artista travesti cearense Sy Gomes Barbosa brilhou no cenário artístico internacional como um dos destaques da Nuit Blanche Toronto, festival noturno de arte que atraiu centenas de milhares de visitantes ao Canadá. A artista realizou uma apresentação histórica com a instalação multimídia “See Me From a Distance: Travesti Billboards / Me Vejam de Longe: Outdoors Travesti…” (2025) no início de outubro, reafirmando o corpo travesti como um potente vetor político e artístico. A instalação é um desdobramento do aclamado projeto “Outdoor Travesti”, lançado por Sy em 2020, e integrou a mostra “From here, there, everywhere”, curada pela também brasileira Renata Azevedo Moreira. Com grande visitação do público, a obra da artista cearense consiste em cinco outdoors de beira de estrada (aproximadamente dois metros de comprimento cada), que foram instalados no campus da Universidade Humber e transformados em uma peça multimídia com forte apelo visual e sonoro. “Estar pessoalmente em Toronto, experimentando a cidade pulsar em arte, por 12 horas seguidas, e também apresentando minha obra para muitas pessoas novas, de diferentes nacionalidades, culturas e repertórios, foi realmente transcendental na medida em que é um trabalho que começa em 2020 no Ceará e que agora passa a ser parte da História da Nuit Blanche Toronto. Por ter sido a única artista do Brasil nesta edição, eu fui muito bem recebida também pela comunidade brasileira na cidade. Quando fiz a fala na Underscore Projects, principalmente, assim que cheguei, eu pude, de fato, sentir o impacto da cidade mais multicultural do mundo”, comenta a artista. O Grito “Travesti Viva!” em Diálogo com o Mundo  Conhecida por uma prática que intercala a performance, a visualidade plástica e o corpo como elemento político, Sy Gomes utiliza a obra para expandir o discurso “Travesti Viva!” – a identidade Travesti é uma forma sulamericana, provavelmente brasileira, de resistência e conversão de um termo outrora violento, para uma identidade de gênero própria de pessoas trans femininas. A instalação incorpora uma peça sonora espacializada e panorâmica, ou seja, uma paisagem sonora, co-criada com a musicista e artista cearense Roberta Kaya (KAYA). O áudio mescla a voz da artista em diversas línguas faladas no Canadá, além de Português e Pajubá, criando um contraponto com o clima frio de Toronto e buscando estabelecer um diálogo intercultural, levando novas sensações através do som. Nas imagens, corações de bananeira, sementes e registros do corpo da artista em performance se misturam à frase que se repete: “procura-sy travesti viva”. A obra se alinha perfeitamente ao tema da Nuit Blanche 2025, “Translating the City” (“Traduzindo a Cidade”), que propõe interpretar a experiência urbana através da arte, explorando as intersecções de cultura, idioma e identidade em um ambiente multilíngue. Da Suspensão à Passagem Garantida A participação da artista, que vem expondo desde 2019 em cidades como Fortaleza, São Paulo e Berlim, enfrentou barreiras logísticas. Devido à suspensão do edital federal de mobilidade cultural da FUNARTE, no Brasil, a equipe de produção do evento – ligada à Prefeitura de Toronto – interveio diretamente, garantindo as passagens aéreas de ida e volta para a artista (29 de setembro a 07 de outubro). Apesar do importante apoio do festival, Sy Gomes seguiu articulando apoio institucional e de parceiros para cobrir custos de hospedagem, alimentação, traslados e vestimentas de frio, indispensáveis para assegurar sua presença e a plena fruição da experiência. Ela agradece ao apoio da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FUNCAP/CE) por meio do Programa de Pesquisa Cientista Chefe da Cultura (CCCult), da Secretaria da Cultura do Ceará, que fornece apoio por meio do Programa Agência da Cultura do Hub Cultural Porto Dragão, da Escola de Audiovisual Vila das Artes em Fortaleza, da Banida Plataforma para artistas LGBTQ+, da Underscore Projects Canadá, da Vereadora de Eusébio Neila de Castro, do Secretário de Cultura de Eusébio Tarcisio Christianne, da Universidade Federal do Ceará (UFC), e de Exu, o orixá que vive nas encruzilhadas, criando espaço para novas intersecções entre nós e o mundo. Sy também agradece ao tradutor e artista Iorubá Adinelson Àkànbí Ọdẹ Filho (@kambundu76), pela gentil assistência e à fotografia de M.Dias Preto (@mdiaspretooo), Nayra Maria (@bufolica), Mateus Falcão (@falteus), Yuri Juatama (@yurijuatama), Jorge Silvestre (@jorgesilvestr), David Felício (@davidfelicioa) e Renata Fortes (@renata.fortesm), que também colaboraram diversas vezes capturando as performances artísticas de Sy e vão estar com ela em seus novos Outdoors. SERVIÇO Artista: Sy Gomes Barbosa Obra: See Me From a Distance: Travesti Billboards / Me Vejam de Longe: Outdoors Travesti (2025) Evento: Nuit Blanche Toronto Curadoria: Renata Azevedo Moreira (exposição “From here, there, everywhere”) Local: Campus da Universidade Humber, Etobicoke, Toronto, Canadá Data da exposição 04 de outubro de 2025Site Oficial do evento: https://www.toronto.ca/explore-enjoy/festivals-events/nuitblanche/#location=&lat=&lng=&zoom=